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Lula participa da Cúpula da Celac em Honduras e busca fortalecer laços na América Latina

Lula participa da Cúpula da Celac em Honduras, buscando fortalecer laços regionais e apoiar candidatura feminina à ONU em 2026.

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva viaja para Honduras nesta terça-feira, 8 de abril, para participar da Cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) na quarta-feira, 9. O encontro tem como objetivo fortalecer as relações entre os países da região, especialmente em resposta às políticas do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que impôs tarifas sobre produtos latino-americanos e deportou imigrantes.

A Celac, que foi criada em 2010, reúne 33 países da América Latina e do Caribe, mas perdeu importância nos últimos anos, especialmente após o Brasil ter saído sob o governo de Jair Bolsonaro. Com o retorno de Lula, o Brasil volta a fazer parte da organização. Entre os líderes que participarão estão os presidentes do México, Claudia Sheinbaum, da Colômbia, Gustavo Petro, e de Cuba, Miguel Diáz-Canel.

Além das discussões sobre a relação entre os países, Lula também vai falar sobre a possibilidade de apoiar uma mulher para a secretaria-geral da ONU em 2026. A secretária de América Latina do Ministério das Relações Exteriores, Gisela Padovan, mencionou que há candidatas fortes, como a ex-presidente do Chile, Michelle Bachelet, e a primeira-ministra de Barbados, Mia Mottley.

Embora a pauta tarifária não esteja oficialmente na reunião, é esperado que o assunto seja discutido em conversas informais entre os presidentes. A expectativa é que a Cúpula da Celac ajude a unir a região diante de desafios externos e promova a candidatura feminina na ONU, um passo importante para a representação das mulheres em posições de liderança global.

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, embarca nesta terça-feira, 8 de abril, para Honduras, onde participará da Cúpula de Chefes de Estado e de Governo da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) na quarta-feira, 9. O evento visa fortalecer laços com líderes regionais, especialmente em resposta às políticas da administração do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que incluem tarifas sobre produtos latino-americanos e deportações de imigrantes.

A Celac, fundada em 2010, reúne trinta e três países da América Latina e do Caribe, mas perdeu relevância nos últimos anos, especialmente após a retirada do Brasil sob o governo Jair Bolsonaro. Com o retorno de Lula à presidência, a decisão foi revertida, e o Brasil volta a integrar a organização. Entre os líderes que devem comparecer estão os presidentes do México, Claudia Sheinbaum, da Colômbia, Gustavo Petro, e de Cuba, Miguel Diáz-Canel.

Além das discussões sobre relações regionais, Lula também abordará a proposta de um consenso para a candidatura de uma mulher à secretaria-geral da Organização das Nações Unidas (ONU) em 2026. A secretária de América Latina do Ministério das Relações Exteriores, Gisela Padovan, destacou que existem candidatas com forte liderança, como a ex-presidente do Chile, Michelle Bachelet, e a primeira-ministra de Barbados, Mia Mottley.

A reunião não incluirá oficialmente a pauta tarifária, mas o tema deve ser debatido em encontros informais entre os presidentes. A expectativa é que a Cúpula da Celac reforce a unidade da região frente aos desafios impostos por políticas externas e promova a candidatura feminina na ONU, um passo significativo para a representação das mulheres em cargos de liderança global.

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