Kim Yo-jong, irmã do líder da Coreia do Norte, criticou os Estados Unidos por tentarem fazer o país desistir de suas armas nucleares, chamando isso de um “sonho”. Ela falou isso depois que diplomatas da Coreia do Sul, Japão e EUA se reuniram e reafirmaram seu compromisso com a desnuclearização durante uma cúpula da Otan. Yo-jong disse que qualquer tentativa de desmantelar as armas nucleares da Coreia do Norte seria um ato hostil que nega a soberania do país. Ela destacou que a insistência dos EUA, Japão e Coreia do Sul em discutir a desnuclearização mostra o desconforto deles. Durante a presidência de Donald Trump, houve tentativas de diálogo com Kim Jong-un para um acordo de desnuclearização, mas após a segunda cúpula, que não teve sucesso, a Coreia do Norte aumentou seus esforços para fortalecer seu poder militar e nuclear. A declaração de Kim Yo-jong mostra que a Coreia do Norte não pretende abrir mão de seu arsenal nuclear, mesmo com as pressões internacionais.
Kim Yo-jong, irmã do líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, criticou os esforços dos Estados Unidos para a desnuclearização do país, chamando-os de um “sonho”. A declaração ocorreu após uma reunião entre diplomatas da Coreia do Sul, Japão e Estados Unidos, que reafirmaram seu compromisso com a desnuclearização durante uma cúpula da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).
Yo-jong afirmou que qualquer tentativa de desmantelar as armas nucleares da Coreia do Norte seria um “ato hostil” que nega a soberania do país. Segundo a agência estatal de notícias KCNA, ela destacou que a insistência dos Estados Unidos, Japão e Coreia do Sul em discutir a desnuclearização revela seu desconforto e desespero.
Durante a presidência de Donald Trump, em 2018 e 2019, houve tentativas de diálogo com Kim Jong-un para alcançar um acordo de desnuclearização. No entanto, após a segunda cúpula, que não resultou em consenso, a Coreia do Norte intensificou seus esforços para fortalecer sua capacidade militar e nuclear.
A retórica de Kim Yo-jong reflete a postura firme de Pyongyang em relação às pressões externas e indica que a Coreia do Norte não tem intenção de abrir mão de seu arsenal nuclear, mesmo diante de apelos internacionais.
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