A guerra comercial entre os Estados Unidos e a China, que começou durante o governo de Donald Trump, ainda gera muitas reações. Recentemente, a mídia estatal chinesa começou a usar humor para criticar as tarifas que Trump impôs. Um vídeo da agência de notícias Xinhua, por exemplo, apresenta uma narração divertida, dizendo que até uma criança poderia fazer melhor que os cálculos das tarifas americanas. Wang Guan, um apresentador da TV estatal, também se juntou às críticas, chamando a estratégia tarifária de Trump de “estupidez” e fazendo comparações engraçadas.
Os vídeos que zombam das tarifas têm feito sucesso nas redes sociais, mostrando um futuro ruim para os Estados Unidos se eles pararem de importar produtos populares da China, como os da Apple e Nike. Um comediante chinês, conhecido como o “Trump chinês”, ficou famoso por suas imitações do ex-presidente americano e já tem mais de um milhão de seguidores. Além disso, um comentário do vice-presidente de Trump, J.D. Vance, sobre os EUA pegando dinheiro emprestado de camponeses chineses, gerou polêmica e críticas nas redes sociais.
O governo chinês também usou um discurso do ex-presidente Ronald Reagan, que era admirado pelos republicanos, para criticar tarifas, chamando-as de uma política “suicida”. Durante a pandemia, piadas sobre a política de Covid zero na China começaram a circular, refletindo críticas ao autoritarismo. Essas situações mostram que a guerra comercial não é apenas uma disputa econômica, mas também uma batalha cultural e de entretenimento.
A guerra comercial entre os Estados Unidos e a China, iniciada durante a presidência de Donald Trump, continua a gerar reações intensas. Recentemente, a mídia estatal chinesa adotou um tom irônico para criticar as tarifas impostas por Trump, utilizando vídeos humorísticos que satirizam a lógica por trás dessas medidas. Um vídeo da agência de notícias Xinhua, por exemplo, apresenta uma narração em tom de desenho animado, afirmando que até um estudante de escola primária poderia fazer melhor que os cálculos tarifários do governo americano.
O apresentador da TV estatal, Wang Guan, também se juntou às críticas, chamando a estratégia tarifária de Trump de “estupidez”. Ele comparou a lógica das tarifas a “dividir o valor de sua hipoteca pelo tamanho do seu sapato”. Nas redes sociais, os vídeos que zombam do tarifaço acumulam milhões de visualizações, retratando um futuro sombrio para os Estados Unidos caso bloqueiem produtos populares fabricados na China, como os da Apple e Nike.
Enquanto isso, o comediante chinês Chen Rui, conhecido como o “Trump chinês”, ganhou notoriedade por suas imitações do ex-presidente americano, atraindo mais de um milhão de seguidores. A crítica ao vice-presidente de Trump, J.D. Vance, também gerou polêmica, especialmente após seu comentário sobre os Estados Unidos “pegando dinheiro emprestado de camponeses chineses”. Um porta-voz da diplomacia chinesa respondeu que a declaração era “lamentável e ignorante”, provocando reações nas redes sociais.
Além disso, o governo chinês recorreu a um discurso do ex-presidente Ronald Reagan, amplamente admirado pelos republicanos, que criticava tarifas como uma política “suicida”. Durante a pandemia, piadas sobre a política de Covid zero na China começaram a circular, refletindo a crítica ao autoritarismo. Essas dinâmicas mostram como a guerra comercial não apenas afeta as relações econômicas, mas também se transforma em um campo de batalha cultural e de entretenimento.
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