O presidente Lula conversou com a primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, e expressou apoio ao país em relação à Groenlândia, que é alvo de interesse do presidente dos EUA, Donald Trump. Lula destacou a importância do multilateralismo e do livre comércio, além de convidar Frederiksen para participar da COP30 em Belém e de uma cúpula entre Mercosul e União Europeia, que ainda não tem data definida. Ele também falou sobre a intenção de finalizar o acordo entre Mercosul e União Europeia, já que o Brasil assumirá a presidência do Mercosul no segundo semestre de 2025, enquanto a Dinamarca estará à frente do Conselho da União Europeia. Durante a conversa, Lula e Frederiksen discutiram a situação geopolítica atual, com Lula mostrando a disposição do Brasil e da China em ajudar a promover a paz na Ucrânia por meio do Grupo de Amigos da Paz.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversou com a primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, na manhã de sexta-feira, 11 de abril de 2025. Durante a ligação, Lula expressou apoio do Brasil à Dinamarca em relação à Groenlândia, território alvo de interesse do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Lula destacou a importância do multilateralismo e do livre comércio, mencionando a necessidade de colaboração entre os países. Ele também reiterou o convite para que Frederiksen participe da COP30, programada para novembro de 2025 em Belém, e da cúpula entre Mercosul e União Europeia, cuja data ainda será definida.
O presidente brasileiro enfatizou a intenção de finalizar o acordo Mercosul-União Europeia, considerando que o Brasil assumirá a presidência do Mercosul no segundo semestre de 2025, enquanto a Dinamarca estará à frente do Conselho da União Europeia.
Além disso, Lula e Frederiksen discutiram o contexto geopolítico atual, com Lula manifestando a disposição do Brasil e da China em contribuir para a paz na Ucrânia por meio do Grupo de Amigos da Paz. A conversa ocorre em um momento em que a retórica de Trump sobre a Groenlândia se intensificou, transformando-se em uma política de governo.
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