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Israel promove passeios turísticos em território sírio ocupado nas Colinas de Golã

Israel inicia passeios turísticos nas Colinas de Golã, território sírio ocupado, visando promover a "herança" israelense na região.

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As Forças Armadas de Israel vão fazer passeios turísticos nas Colinas de Golã, que são território sírio ocupado. As primeiras excursões começam no dia 13 de abril e os ingressos já se esgotaram. Os passeios, que acontecerão duas vezes ao dia, levarão civis israelenses acompanhados por soldados em ônibus blindados. Os turistas poderão visitar o Monte Hermon, o ponto mais alto da Síria, e a região de Sheba, no Líbano. O Exército de Israel diz que a iniciativa é para promover o turismo e contar a história das batalhas na área. Em dezembro de 2024, o governo de Binyamin Netanyahu aprovou a expansão de assentamentos na região, com um investimento de 11 milhões de dólares para aumentar a população israelense nas Colinas de Golã. A ocupação dessa área por Israel começou em 1967 e é considerada ilegal pela maioria dos países, exceto pelos Estados Unidos, que reconheceram a anexação em 2019. A expansão dos assentamentos é vista como uma forma de dificultar a solução de dois Estados e gera críticas sobre as leis diferentes aplicadas a israelenses e palestinos na região.

As Forças Armadas de Israel anunciaram a realização de passeios turísticos nas Colinas de Golã, território sírio ocupado, com as primeiras excursões programadas para o dia 13 de abril. Os ingressos para as visitas esgotaram rapidamente, e as excursões ocorrerão duas vezes ao dia, com civis israelenses sendo acompanhados por soldados em ônibus blindados.

Os turistas terão a oportunidade de explorar locais como o Monte Hermon, o ponto mais alto da Síria, e a região de Sheba, no Líbano. O Exército de Israel justificou a iniciativa como uma maneira de promover o turismo e resgatar a “herança” israelense na área, além de narrar a história das batalhas ocorridas durante a guerra.

Em dezembro de 2024, o governo do primeiro-ministro Binyamin Netanyahu aprovou a expansão de assentamentos na região, com o objetivo de dobrar a população israelense nas Colinas de Golã. O governo destinou US$ 11 milhões para viabilizar esses novos assentamentos, reforçando a presença israelense na área.

A ocupação das Colinas de Golã, iniciada em 1967, é considerada ilegal pela comunidade internacional, exceto pelos Estados Unidos, que reconheceram a anexação em 2019. A expansão dos assentamentos em Golã, assim como na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental, é vista como uma tentativa de dificultar a solução de dois Estados e tem gerado críticas sobre a aplicação de leis diferentes para israelenses e palestinos na região.

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