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Vozes silenciadas: a resistência pacífica de ucranianos sob ocupação russa

**Linha fina:** A repressão russa na Ucrânia gera medo e resistência, enquanto a identidade ucraniana é ameaçada em áreas ocupadas.

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Moradores de áreas ocupadas da Ucrânia vivem com medo e repressão sob o controle russo. Maria, que faz parte de um grupo de resistência pacífica, conta que tradições ucranianas estão sendo proibidas e que há uma forte imposição de narrativas a favor da Rússia. As autoridades russas intensificaram a vigilância, instalando câmeras para monitorar qualquer atividade de oposição. A organização de direitos humanos Zmina informa que pelo menos 121 ativistas e jornalistas foram mortos desde o início da invasão em 2022. A propaganda russa está presente em todos os lugares, com cartazes que exaltam o regime. Sofia, que mora no Reino Unido, relata que seus pais, que ainda estão na Ucrânia, enfrentam dificuldades por não aceitarem a cidadania russa. Eles foram revistados pela segurança russa, que os acusou de informar sobre a localização de tropas. Sem documentos russos, eles têm dificuldade em acessar serviços básicos, como saúde e comunicação. Grupos de resistência, como Zla Mavka, tentam manter a identidade ucraniana viva, distribuindo materiais de oposição ao regime. A situação é crítica, com cidadãos vivendo sob constante vigilância e medo de represálias.

Relatos de residentes em áreas ocupadas da Ucrânia revelam uma atmosfera de medo e repressão sob o controle russo. Maria, uma integrante de um grupo de resistência pacífica, descreve a proibição de tradições e a imposição de narrativas pró-Rússia. A repressão inclui severas punições para dissidentes e a obrigatoriedade de cidadãos locais a adotarem passaportes russos.

As autoridades russas têm intensificado a vigilância, com instalação de câmeras de segurança para monitorar atividades de resistência. De acordo com a organização de direitos humanos Zmina, pelo menos 121 ativistas e jornalistas foram mortos desde o início da invasão em 2022. Além disso, a propaganda russa se espalha por toda parte, com cartazes e materiais glorificando o regime.

Sofia, que vive no Reino Unido, relata que seus pais, ainda na Ucrânia, enfrentam dificuldades por não aceitarem a cidadania russa. Eles foram revistados pela segurança russa, que os acusou de informar sobre a localização de tropas. A falta de documentos russos tem dificultado o acesso a serviços básicos, como saúde e comunicação.

Grupos de resistência, como Zla Mavka, atuam na distribuição de materiais de oposição ao regime. Apesar da repressão, esses movimentos buscam manter viva a identidade ucraniana em meio à ocupação. A situação continua crítica, com cidadãos vivendo sob constante vigilância e medo de represálias.

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