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Ataque russo interrompe culto em Sumy e deixa dezenas de mortos na Ucrânia

Mísseis russos atingem culto em Sumy, matando 34 civis. Zelensky pede visita de Trump para mostrar a devastação da guerra.

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No último domingo, mísseis russos atingiram a cidade de Sumy, na Ucrânia, durante um culto, matando pelo menos 34 civis. O ataque ocorreu no Domingo de Ramos, quando a Rússia bombardeou uma reunião do Exército ucraniano. Vídeos mostram o momento em que os mísseis interrompem o culto, causando pânico. O Ministério da Defesa da Rússia confirmou que lançou dois mísseis Iskander, alegando que a Ucrânia usa a população como “escudo humano” ao realizar eventos militares em áreas densamente povoadas. Desde o início da guerra, a ONU registrou mais de 12,3 mil mortes de civis na Ucrânia, incluindo 650 crianças. Após o ataque, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, pediu uma visita do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para que ele veja a devastação causada pela invasão russa. Zelensky destacou que a visita mostraria a realidade do conflito, em resposta a críticas de que a Ucrânia promove “viagens de propaganda”. A Casa Branca condenou o ataque em Sumy, chamando-o de um “lembrete brutal” da necessidade de negociações de paz e ressaltou a urgência dos esforços diplomáticos para encerrar a guerra.

No último domingo, mísseis russos atingiram a cidade de Sumy, na Ucrânia, durante um culto, resultando na morte de pelo menos 34 civis. O ataque ocorreu em pleno Domingo de Ramos, quando a Rússia bombardeou uma reunião do Exército ucraniano. Vídeos nas redes sociais mostram o momento em que os mísseis interrompem o culto, gerando pânico entre os presentes.

O Ministério da Defesa da Rússia confirmou o lançamento de dois mísseis Iskander contra uma “reunião de comando” do Exército ucraniano. Em comunicado, o comando militar russo acusou a Ucrânia de usar a população como “escudo humano”, ao realizar eventos militares em áreas densamente povoadas. A ONU já registrou mais de 12,3 mil mortes de civis na Ucrânia desde o início da guerra, incluindo 650 crianças.

Após o ataque, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, solicitou uma visita do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para que ele testemunhasse a devastação causada pela invasão russa. Zelensky afirmou que a visita permitiria a Trump ver a realidade do conflito, em contraste com as alegações do vice-presidente americano, que acusou a Ucrânia de promover “viagens de propaganda”.

A Casa Branca condenou o ataque em Sumy, descrevendo-o como um “lembrete brutal” da necessidade de negociações de paz. O porta-voz do Conselho de Segurança Nacional, Brian Hughes, destacou que o bombardeio reforça a urgência dos esforços diplomáticos para encerrar a guerra.

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