O Kremlin disse que ainda não há um acordo de paz claro entre a Rússia e a Ucrânia, embora exista vontade política para avançar nas negociações. O porta-voz Dmitry Peskov mencionou que a diplomacia com os Estados Unidos enfrenta dificuldades. O enviado dos EUA, Steve Witkoff, afirmou que o presidente russo, Vladimir Putin, está aberto a um acordo de paz, mas o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, destacou que os termos do tratado ainda são complicados. Recentemente, mísseis russos atingiram a cidade de Sumy, matando 35 pessoas e ferindo 117. A Rússia alegou que os mísseis foram lançados contra uma reunião de militares ucranianos, mas Kiev não confirmou isso. Um prefeito local pediu a renúncia de autoridades se elas permitiram a reunião. Ambos os lados se acusam de violar um acordo mediado pelos EUA para suspender ataques. O Kremlin também afirmou que é cedo para esperar uma normalização nas relações com Washington, mas considerou os contatos recentes como positivos.
O Kremlin anunciou que não há um esboço claro de acordo de paz entre a Rússia e a Ucrânia, apesar da disposição política para avançar nas negociações. O porta-voz Dmitry Peskov destacou que a diplomacia com os Estados Unidos enfrenta dificuldades.
O enviado dos EUA, Steve Witkoff, afirmou que o presidente russo, Vladimir Putin, está aberto a um acordo de “paz permanente”. Entretanto, o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, enfatizou que os termos do tratado ainda não são fáceis de concordar. Lavrov também reiterou que a Rússia não pretende depender economicamente do Ocidente.
Recentemente, mísseis russos atingiram a cidade de Sumy, resultando em 35 mortes e 117 feridos. A Rússia alegou que os mísseis Iskander foram lançados contra uma reunião de militares ucranianos, mas Kiev não confirmou a ocorrência. Um prefeito regional exigiu a renúncia de autoridades locais caso tenham permitido o evento.
Ambos os lados se acusam de violar um acordo mediado pelos EUA para suspender ataques às instalações energéticas. O Kremlin afirmou que ainda é cedo para esperar uma normalização nas relações com Washington, mas considerou os contatos recentes como positivos e úteis.
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