O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e o presidente da França, Emmanuel Macron, conversaram sobre a situação na Faixa de Gaza. Macron pediu a criação de um Estado palestino, mas Netanyahu se opôs, dizendo que isso seria uma recompensa ao terrorismo. Macron enfatizou a necessidade de um cessar-fogo e de abrir pontos de passagem para ajuda humanitária, além de desmilitarizar o Hamas e libertar reféns. Ele também planeja discutir o reconhecimento de um Estado palestino em uma conferência da ONU em junho. Macron e o chefe da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, concordaram sobre a urgência de um cessar-fogo e a necessidade de acelerar a entrega de ajuda. O Hamas está considerando uma proposta de cessar-fogo que envolve uma trégua de pelo menos 45 dias em troca da libertação de reféns. A situação continua tensa, com o governo de Netanyahu se opondo firmemente à criação de um Estado palestino.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e o presidente da França, Emmanuel Macron, discutiram a situação na Faixa de Gaza em uma conversa telefônica. Macron pressionou por um compromisso com a criação de um Estado palestino, enquanto Netanyahu rejeitou a proposta, alegando que isso seria uma recompensa ao terrorismo. Detalhes da conversa foram divulgados em declarações separadas.
Macron destacou a necessidade urgente de um cessar-fogo e a abertura de pontos de passagem para ajuda humanitária. Ele também mencionou a importância de desmilitarizar o Hamas e libertar os reféns capturados. O presidente francês planeja discutir a possibilidade de reconhecer um Estado palestino em uma conferência da ONU em junho, o que poderia marcar uma mudança significativa na política francesa.
A proposta de Macron inclui a reforma da Autoridade Nacional Palestina (ANP) e o afastamento do Hamas do poder em Gaza. Durante a conversa com o chefe da ANP, Mahmoud Abbas, ambos concordaram sobre a urgência de um cessar-fogo e a aceleração da entrega de ajuda humanitária. A ANP busca retomar o controle de Gaza, que está sob domínio do Hamas desde 2007.
Enquanto isso, o Hamas está avaliando uma proposta de cessar-fogo que envolve uma trégua de pelo menos 45 dias em troca da libertação de reféns. A proposta israelense condiciona um fim permanente da guerra ao desarmamento do Hamas. A situação permanece tensa, com a coalizão governista de Netanyahu se opondo firmemente à criação de um Estado palestino.
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