As Maldivas proibiram a entrada de cidadãos israelenses a partir de terça-feira, em resposta à guerra em Gaza, mostrando apoio à população palestina. A nova lei, que altera a Lei de Imigração, foi aprovada pelo parlamento e assinada pelo presidente Mohamed Muizu. Essa proibição impede a entrada de pessoas com passaporte israelense até que Israel pare com o que o governo maldivo considera atos inumanos. A medida foi apoiada por todos os partidos políticos e entrou em vigor imediatamente, com efeitos retroativos a sete de outubro de 2023. Em fevereiro, o país recebeu cerca de 214 mil turistas, incluindo 59 israelenses. O governo das Maldivas criticou as ações do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e defendeu a criação de um Estado palestino com Jerusalém Oriental como capital. Além disso, as Maldivas se juntaram a um processo por genocídio contra Israel no Tribunal Internacional de Justiça, reafirmando seu compromisso com os direitos palestinos e a condenação das violações do direito internacional.
As Maldivas proibiram a entrada de cidadãos israelenses a partir de terça-feira, em resposta à guerra em Gaza. A decisão, que reflete a solidariedade do governo com a população palestina, foi aprovada pelo parlamento e promulgada pelo presidente Mohamed Muizu.
A nova lei, que altera a Lei de Imigração, impede a entrada de visitantes com passaporte israelense até que cessem os atos considerados inumanos por Israel. A proibição foi apoiada por todas as partes políticas no país e entrou em vigor imediatamente, com efeitos retroativos a sete de outubro de 2023.
Em fevereiro, as Maldivas receberam cerca de 214 mil turistas, incluindo 59 israelenses. A nova medida ocorre em um contexto de crescente tensão internacional, com o governo maldivo criticando as ações do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e manifestando apoio a um Estado palestino com Jerusalém Oriental como capital.
Além disso, as Maldivas se posicionaram como parte acusadora em um processo por genocídio contra Israel no Tribunal Internacional de Justiça. O governo reafirmou seu compromisso com a promoção dos direitos palestinos e a condenação das violações do direito internacional.
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