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Tensões marcam a tradicional bênção sacerdotal no Muro das Lamentações em Jerusalém

Tensões em Gaza marcam celebração do "Birkat Cohanim" em Jerusalém, onde ex-refém e familiares clamam por paz e libertação dos hostages.

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Tens de milhares de pessoas se reuniram no Muro das Lamentações, em Jerusalém, para a oração do “Birkat Cohanim” durante a Páscoa. O evento contou com Eliya Cohen, um ex-refém, e familiares de outros reféns ainda em Gaza. A cerimônia, que tem mais de 2.500 anos, foi conduzida por rabinos importantes. Após a bênção, os líderes religiosos oraram pelos 59 reféns que permanecem em cativeiro, o que deu um significado especial à celebração deste ano. Shandey Fuchs, uma participante, expressou sua preocupação com a ausência dos reféns e destacou a esperança de que a oração traga unidade e paz em Israel. Durante a festividade, os homens usaram xales de oração, criando um mar de branco na Praça do Muro. A Fundação do Patrimônio do Muro Ocidental informou que mais de 200 mil pessoas visitaram o local durante a Páscoa, um período em que os judeus costumam fazer peregrinações a Jerusalém.

Tens de milhares de pessoas se reuniram no Muro das Lamentações, em Jerusalém, para a tradicional oração do “Birkat Cohanim”, realizada durante a celebração da Páscoa. O evento contou com a presença de Eliya Cohen, ex-refém, e familiares de outros reféns ainda em Gaza.

A cerimônia, que remonta a mais de 2.500 anos, foi conduzida por importantes rabinos do país. Após a bênção, os líderes religiosos fizeram uma oração pelos 59 reféns que permanecem em cativeiro. A situação dos reféns trouxe um significado especial à celebração deste ano.

Shandey Fuchs, uma das participantes, expressou sua preocupação com a ausência dos reféns, afirmando que é difícil acreditar que ainda estão longe de casa. Ela destacou a esperança de que a oração promova unidade e paz duradoura em Israel.

Durante a festividade, os homens cobriram suas cabeças com xales de oração, criando um mar de branco na Praça do Muro. A Fundação do Patrimônio do Muro Ocidental informou que mais de 200 mil pessoas visitaram o local durante a Páscoa, um dos períodos em que os judeus tradicionalmente fazem peregrinações a Jerusalém.

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