O Sudão está passando pela pior crise humanitária do mundo, com quase 13 milhões de pessoas deslocadas desde o início da guerra civil em abril de 2023. A situação se agrava, com hospitais em colapso e 25 milhões de pessoas enfrentando insegurança alimentar. Recentemente, ministros de 20 países se reuniram em Londres para tentar reiniciar as negociações de paz, mas não tiveram sucesso. A guerra entre o Exército sudanês e as Forças de Apoio Rápido resultou em violência extrema, incluindo ataques a civis. A ONU registrou 148 assassinatos em Darfur e a Organização Internacional para as Migrações informou que até 400 mil pessoas foram deslocadas do campo de Zamzam. No Sudão do Sul, a prisão do vice-presidente Riek Machar aumentou os temores de uma nova guerra civil, com confrontos entre forças leais ao presidente Salva Kiir e aliados de Machar resultando em quase 200 mortes e 125 mil deslocados desde março. A ONU expressou preocupação com a escalada da violência, que também afetou trabalhadores humanitários e centros de saúde. A detenção de Machar rompeu o acordo de paz de 2018 e é vista como uma ameaça ao processo de paz, levando a União Africana e a ONU a pedirem diálogo para evitar um novo conflito.
O Sudão enfrenta a maior crise humanitária do mundo, com quase 13 milhões de deslocados desde o início da guerra civil em abril de 2023. A Organização das Nações Unidas (ONU) e ONGs alertam que a situação se agrava, com hospitais em colapso e 25 milhões de pessoas enfrentando insegurança alimentar. Em uma reunião em Londres, ministros de 20 países tentaram retomar as negociações de paz, mas sem sucesso.
A guerra entre o Exército sudanês e as Forças de Apoio Rápido (RSF) resultou em violência extrema, incluindo ataques a civis e violações de direitos humanos. A ONU registrou 148 assassinatos recentes em Darfur, e a Organização Internacional para as Migrações (OIM) indicou que até 400 mil pessoas foram deslocadas do campo de Zamzam. A situação é considerada crítica, com dois terços dos hospitais nas áreas afetadas fora de operação.
No Sudão do Sul, a prisão do vice-presidente Riek Machar reacendeu temores de uma nova guerra civil. Desde março, confrontos entre forças leais ao presidente Salva Kiir e aliados de Machar resultaram em quase 200 mortes e 125 mil deslocados. A ONU expressou preocupação com a escalada da violência, que também afetou trabalhadores humanitários e centros de saúde.
A detenção de Machar, que rompeu o acordo de paz de 2018, é vista como uma ameaça ao processo de paz. A União Africana e a ONU pedem diálogo para evitar um retorno ao conflito generalizado. A situação no Sudão do Sul continua a se deteriorar, com relatos de ataques a civis e aumento das tensões entre governo e oposição.
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