Um imigrante hondurenho foi detido nos Estados Unidos depois de usar um aplicativo de rastreamento fornecido pelo governo. Ele precisava usar essa tecnologia para se identificar, enviando selfies regularmente. Quando se apresentou a um escritório de imigração, foi algemado e levado para um centro de detenção. O aplicativo, criado pela empresa Geo Group, faz parte de um sistema que monitora imigrantes não autorizados. A Geo Group, que opera prisões privadas, também fornece dispositivos como tornozeleiras eletrônicas. Grupos de assistência jurídica acreditam que esse programa levou a centenas de detenções, com mais de 30 mil imigrantes presos logo no início da administração Trump. A empresa se beneficiou de contratos governamentais, recebendo novos acordos mesmo em meio a cortes orçamentários. O Departamento de Segurança Interna está considerando renovar um contrato de cerca de 350 milhões de reais para monitorar 180 mil imigrantes. Embora a Geo Group afirme que seus serviços ajudam a aumentar a presença em tribunais, críticos veem isso como uma forma de aumentar a vigilância. Funcionários do governo questionaram a eficácia e os custos do programa, mas tentativas de mudar o contrato foram bloqueadas por lobby e conexões políticas da empresa. A tecnologia de monitoramento tem sido usada para facilitar deportações, levantando preocupações sobre privacidade e vigilância excessiva nas comunidades de imigrantes.
Um imigrante hondurenho foi detido nos Estados Unidos após utilizar um aplicativo de rastreamento fornecido pelo governo. Ele havia sido obrigado a usar a tecnologia como parte de um programa de vigilância imigratória, que inclui a confirmação de identidade por meio de selfies. Ao se apresentar a um escritório de imigração, foi algemado e levado a um centro de detenção.
O aplicativo, desenvolvido pela empresa Geo Group, é parte de um sistema que monitora imigrantes não autorizados. A empresa, que opera prisões privadas, também fornece dispositivos de rastreamento, como tornozeleiras eletrônicas e smartwatches. Grupos de assistência jurídica estimam que o programa tenha contribuído para centenas de detenções, com mais de 30 mil imigrantes presos nos primeiros dias da administração Trump.
O Geo Group se beneficiou significativamente com contratos governamentais, recebendo novos acordos mesmo em um cenário de cortes orçamentários. O Departamento de Segurança Interna (DHS) está considerando renovar um contrato de aproximadamente R$ 350 milhões para monitorar cerca de 180 mil imigrantes. A empresa afirma que seus serviços aumentam as taxas de comparecimento em tribunais, mas críticos argumentam que isso representa uma expansão da vigilância.
Funcionários do DHS questionaram a eficácia e os custos do programa, buscando alternativas mais baratas. No entanto, tentativas de modificar o contrato foram frustradas por lobby e conexões políticas do Geo Group. A tecnologia de monitoramento tem sido usada para facilitar deportações, levantando preocupações sobre privacidade e vigilância excessiva nas comunidades de imigrantes.
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