A China levou a disputa comercial com os Estados Unidos para o Conselho de Segurança da ONU, denunciando as tarifas impostas pelo governo de Donald Trump. A reunião, convocada pela China, acusa os EUA de usar o comércio como forma de intimidação. Enquanto isso, Trump minimiza a situação, dizendo ter um bom relacionamento com o líder chinês. A China aumentou suas tarifas de importação para igualar as dos EUA e afirmou que só negociará em condições semelhantes. A convocação incluiu todos os 193 países da ONU, com a expectativa de que a maioria critique as ações dos EUA. Essa estratégia da China visa colocar Trump em uma posição difícil no cenário internacional, mostrando uma postura mais firme do que em anos anteriores. A resolução do conflito depende de um diálogo que ainda não aconteceu de forma positiva.
China denuncia EUA na ONU por guerra tarifária e isola Trump
A China levou a disputa comercial com os Estados Unidos para o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), denunciando formalmente as tarifas impostas pelo governo de Donald Trump. A iniciativa, analisada pelo colunista Jamil Chade do UOL News, busca isolar os EUA no cenário internacional.
A reunião, convocada pela China, acusa o governo Trump de usar o comércio como ferramenta de intimidação. O presidente americano minimiza a situação, afirmando ter um bom relacionamento com o líder chinês Xi Jinping.
A China elevou as tarifas de importação ao mesmo nível das impostas pelos EUA e declarou que só negociará em condições equivalentes. A postura chinesa impede que Trump negocie em posição de vantagem, conforme apontou Chade.
A China convidou os 193 países da ONU para a sessão, não apenas os 15 membros do Conselho de Segurança. A expectativa é que a maioria das nações critique as tarifas e a instabilidade geradas pelos EUA.
Segundo o colunista, a jogada chinesa é estratégica, visando colocar Trump em uma posição delicada perante a comunidade internacional. A China demonstra uma postura mais assertiva do que em 2017, sem receio de denunciar os EUA em fóruns internacionais.
A resolução do impasse depende de um diálogo entre EUA e China, que ainda não se estabeleceu de forma positiva. O UOL News, com apresentação de Fabíola Cidral e Diego Sarza, acompanha os desdobramentos da guerra comercial.
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