O Papa Francisco, que sempre apoiou os pobres, tinha um amigo especial chamado Sergio Sánchez, um catador de papelão. Sergio participou da missa de inauguração do Papa em 2013 e agora estará no seu funeral, representando os trabalhadores excluídos. Ele chegou a Roma antes do fechamento da capela funerária, onde muitas pessoas prestaram homenagens. Sergio, que é líder do Movimento dos Trabalhadores Excluídos, agradeceu ao Papa por sua luta pelos direitos dos vulneráveis e disse que ele foi um guia espiritual. Ele foi convidado pelo Vaticano e voltará para Buenos Aires após a cerimônia. Em 2015, o Papa batizou um dos filhos de Sergio, mostrando a proximidade entre eles. Sergio espera que o próximo Papa continue o compromisso com os pobres, afirmando que sua presença no funeral representa todos os trabalhadores da economia informal e que os movimentos sociais continuarão lutando por seus direitos. Desde que começou seu pontificado, o Papa Francisco denunciou a desumanização do sistema econômico e apoiou movimentos populares, defendendo suas principais reivindicações como terra, abrigo e trabalho. Para ele, esses movimentos são vistos como “poetas sociais”, refletindo sua visão de um mundo mais justo.
O Papa Francisco, conhecido por seu apoio aos pobres, teve um amigo especial, o catador de papelão Sergio Sánchez, que participou de sua missa inaugural em 2013. Agora, ele estará presente no funeral do Papa, representando trabalhadores excluídos. Sánchez chegou a Roma na sexta-feira, pouco antes do fechamento da capela funerária, onde 250 mil pessoas prestaram suas homenagens.
Sergio Sánchez, líder do Movimento dos Trabalhadores Excluídos (MTE), expressou sua gratidão ao Papa, afirmando que ele sempre lutou pelos direitos dos vulneráveis e foi um guia espiritual. Ele foi convidado pelo Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral, do Vaticano, e retornará a Buenos Aires após a cerimônia. Em 2015, Francisco batizou um dos filhos de Sánchez, reforçando a proximidade entre eles.
Sánchez espera que o próximo Papa mantenha o compromisso com os pobres, assim como Francisco fez. Ele afirmou: “Esperamos que seu legado seja compreendido pelo novo Papa, que deve ser um Papa para os pobres.” O catador enfatizou que sua presença no funeral representa todos os trabalhadores da economia informal e que os movimentos sociais continuarão a lutar por seus direitos.
Desde o início de seu pontificado, o Papa Francisco denunciou a desumanização do sistema socioeconômico atual e apoiou movimentos populares em diversas partes do mundo. Ele se encontrou com esses grupos em várias ocasiões, defendendo suas principais reivindicações, como terra, abrigo e trabalho. Para ele, esses movimentos são considerados “poetas sociais”, refletindo sua visão de um mundo mais justo e solidário.
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