As forças de segurança da Rússia prenderam um homem chamado Ignat Kuzi, que é acusado de ser um espião ucraniano e de ter assassinado o general Yaroslav Moskalik em um ataque com carro-bomba em Balashikha, um subúrbio de Moscou. O ataque aconteceu em 21 de abril, quando Moskalik, que era vice-chefe do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia, passou por um carro que tinha explosivos. O Serviço Federal de Segurança da Rússia (FSB) disse que Kuzi plantou a bomba em um Volkswagen Golf e que o dispositivo foi acionado remotamente da Ucrânia. O FSB também afirmou que Kuzi foi recrutado por serviços secretos ucranianos em 2023 e viajou para Moscou em setembro. A Rússia responsabilizou a Ucrânia pelo ataque, alegando que o país está envolvido em atividades terroristas. A mídia russa divulgou um vídeo em que Kuzi parece confessar o crime. O general Moskalik havia participado de negociações com a Ucrânia em 2015, que tentaram resolver os conflitos na região do Donbas. Até agora, a Ucrânia não comentou sobre o ataque. A relação entre os dois países continua tensa, especialmente após a invasão da Ucrânia pela Rússia em fevereiro de 2022.
As forças de segurança da Rússia detiveram um suposto espião ucraniano, Ignat Kuzi, acusado de assassinar o general Yaroslav Moskalik em um ataque com carro-bomba. O incidente ocorreu na sexta-feira, 21 de abril, em Balashikha, subúrbio de Moscou. O Serviço Federal de Segurança da Rússia (FSB) informou que Kuzi teria plantado explosivos em um Volkswagen Golf para executar o ataque.
O general Moskalik, que era o vice-chefe da principal diretoria operacional do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia, morreu ao passar pelo veículo estacionado em frente à sua residência. O FSB alegou que o carro foi equipado com um dispositivo explosivo caseiro, que foi acionado remotamente a partir da Ucrânia.
Alegações e Repercussões
O FSB afirmou que Kuzi foi recrutado pelos serviços especiais da Ucrânia em 2023 e que ele teria viajado para Moscou em setembro do mesmo ano. A Rússia responsabilizou a Ucrânia pelo ataque, afirmando que Kyiv “continua sua participação em atividades terroristas dentro do nosso país”.
A mídia russa divulgou um vídeo em que o suspeito parece confessar o crime, além de imagens da sua prisão e dos componentes da bomba. O general Moskalik havia representado a Rússia em negociações com a Ucrânia em Paris em 2015, que resultaram nos acordos de Minsk, que visavam encerrar os conflitos no Donbas, iniciados em 2014.
Até o momento, a Ucrânia não se manifestou sobre o ataque. A situação entre os dois países permanece tensa, especialmente após a invasão em larga escala da Ucrânia pela Rússia em fevereiro de 2022.
Entre na conversa da comunidade