Donald Trump e Volodymyr Zelensky se encontraram em Roma durante o funeral do Papa Francisco. O encontro, que durou cerca de quinze minutos, foi considerado produtivo. Eles discutiram as negociações de paz entre Rússia e Ucrânia, com Trump afirmando que os dois países estão próximos de um acordo. No entanto, ele pediu que a Ucrânia reconhecesse a Crimeia como parte da Rússia, o que Zelensky rejeitou. A situação na Ucrânia continua tensa, com bombardeios russos frequentes, incluindo um ataque recente em Kiev que deixou doze mortos. Zelensky reafirmou que a Ucrânia não aceitará acordos que comprometam sua integridade territorial. A pressão sobre a Ucrânia aumenta, com Trump alertando que os Estados Unidos podem se afastar das negociações se não houver progresso. O encontro em Roma foi uma tentativa de reaproximação entre os líderes, após um confronto em fevereiro, quando Trump criticou Zelensky por não demonstrar gratidão pelo apoio americano.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, se encontraram em Roma no sábado, 26 de abril, durante o funeral do Papa Francisco. O encontro, que durou cerca de quinze minutos, foi descrito como “muito produtivo” por um porta-voz da Casa Branca. Ambos os líderes estavam presentes na Basílica de São Pedro, onde também participaram outros chefes de Estado, como o presidente francês, Emmanuel Macron, e o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer.
A reunião ocorre em um momento crítico nas negociações de paz entre Rússia e Ucrânia, com Trump afirmando que os dois países estão “muito próximos de um acordo”. No entanto, as tensões persistem, especialmente em relação à questão da Crimeia, que a Rússia anexou em 2014. Trump insistiu que a Ucrânia deve reconhecer a Crimeia como território russo, uma proposta que Zelensky rejeita firmemente.
A diplomacia dos Estados Unidos tem se intensificado, com o enviado especial de Trump, Steve Witkoff, se reunindo com o presidente russo, Vladimir Putin, em Moscou. Witkoff descreveu as conversas como “construtivas”, mas as propostas dos EUA, que incluem o reconhecimento da Crimeia como parte da Rússia, têm gerado resistência entre os aliados europeus da Ucrânia.
A situação na Ucrânia continua tensa, com bombardeios russos frequentes, incluindo um ataque recente em Kiev que resultou em pelo menos doze mortes. Zelensky, por sua vez, reafirmou que a Ucrânia não aceitará qualquer acordo que comprometa sua integridade territorial. A pressão sobre Kiev aumenta, com Trump alertando que os Estados Unidos podem se afastar das negociações se não houver progresso.
O encontro em Roma representa uma tentativa de reaproximação entre os líderes, após um confronto tenso em fevereiro, quando Trump criticou Zelensky por não demonstrar gratidão pelo apoio americano. A continuidade das negociações e a possibilidade de um cessar-fogo permanecem incertas, enquanto a guerra na Ucrânia se arrasta por mais de três anos.
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