Ana María Careaga foi sequestrada em 1977, durante a ditadura militar na Argentina, e sua mãe, Esther, se tornou uma das líderes das Madres de Plaza de Mayo, que lutavam pelos direitos humanos. Recentemente, Ana María compartilhou memórias de sua mãe e mencionou o apoio do Papa Francisco, que conhecia Esther e ressaltou a importância de lembrar os desaparecidos e buscar justiça. Ana María, que foi torturada em um centro de detenção clandestino, manteve contato com Esther por cartas após sua liberação. Mesmo depois de recuperar a filha, Esther continuou sua luta, mas foi sequestrada e assassinada em 1977. O Papa Francisco reconheceu a importância de Esther em um julgamento sobre os crimes da ditadura e expressou sua dor pelo sequestro dela. Anos depois, os restos de Esther foram encontrados e enterrados. Ana María recorda com carinho sua mãe e a luta que ela representou, e o Papa Francisco enviou uma mensagem a Ana María em 2018, lembrando-se de Esther e enfatizando a continuidade da luta por justiça.
Ana María Careaga, sequestrada em 1977 durante a ditadura militar na Argentina, compartilhou recentemente memórias de sua mãe, Esther Ballestrino de Careaga, uma das líderes das Madres de Plaza de Mayo. O Papa Francisco, que conhecia Esther, destacou a importância de preservar a memória dos desaparecidos e a luta por justiça.
Ana María foi sequestrada aos dezesseis anos e levada ao centro de detenção clandestino El Atlético, onde sofreu torturas, mesmo estando grávida. Sua mãe, Esther, tornou-se uma figura central na luta pelos direitos humanos, organizando protestos na Plaza de Mayo. Em 30 de abril de 1977, um grupo de mães começou a se reunir na praça, desafiando o regime militar.
Esther e Ana María mantiveram contato por cartas após a liberação de Ana María, que ocorreu em setembro de 1977. Mesmo após a recuperação da filha, Esther continuou a lutar pelos desaparecidos, afirmando que todos eram seus filhos. Em dezembro do mesmo ano, Esther foi sequestrada e assassinada, e seus restos mortais foram encontrados anos depois.
O Papa Francisco, então arcebispo de Buenos Aires, reconheceu a importância de Esther em um julgamento sobre os crimes da ditadura em 2010. Ele expressou sua dor ao saber do sequestro dela e afirmou que fez o que pôde para ajudar. Anos depois, os restos de Esther foram identificados e enterrados fora da Igreja Santa Cruz, onde ela costumava se reunir com outras mães.
Ana María recorda com carinho sua mãe e a luta que ela representou. O Papa Francisco enviou uma mensagem a Ana María em 2018, lembrando-se de Esther e enfatizando a importância de continuar a luta por justiça. Ana María mantém viva a memória de sua mãe e a mensagem de que a luta pelos direitos humanos deve persistir.
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