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Trump intensifica ataques antiterroristas e amplia operações militares no exterior

Trump intensifica operações antiterroristas, com aumento de ataques aéreos na Somália e Iêmen, mirando grupos jihadistas e cartéis de drogas.

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aumentou as operações antiterroristas, especialmente na Somália e no Iêmen. Nos últimos três meses, os EUA realizaram pelo menos 19 bombardeios na Somália, superando os 11 ataques do governo Biden em 2024. No Iêmen, os ataques contra os houthis, uma milícia apoiada pelo Irã, ocorrem diariamente. O secretário de Defesa, Pete Hegseth, destacou que a África é uma área importante na luta contra o terrorismo. A nova estratégia militar permite que os comandos de combate realizem ataques fora de zonas de guerra, visando grupos jihadistas. Hegseth também desmantelou um escritório do Pentágono que limitava ações militares. O governo acredita que a intensificação das operações é necessária devido ao crescimento de grupos como o Al-Shabab, que tem entre 10 mil e 15 mil combatentes. Recentemente, os EUA atacaram embarcações que levavam armas para o Al-Shabab. Além disso, a administração Trump considera cartéis de drogas como grupos terroristas, colocando essa ameaça acima da jihadista.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, intensificou as operações antiterroristas em sua administração, especialmente no Oriente Médio e na África. Recentemente, ele autorizou um aumento nos ataques aéreos na Somália e no Iêmen, delegando mais autoridade aos comandos de combate.

Desde a posse de Trump, os EUA realizaram pelo menos 19 bombardeios na Somália nos últimos três meses, superando os 11 ataques do governo Biden em todo o ano de 2024. No Iêmen, estima-se que houve ataques diários contra os houthis, uma milícia apoiada pelo Irã. O secretário de Defesa, Pete Hegseth, afirmou que a África é uma linha de frente na luta contra o terrorismo.

A nova abordagem militar dos EUA permite que comandos de combate realizem ataques fora de zonas de guerra ativas, facilitando ações contra grupos jihadistas. Hegseth desmantelou o Escritório de Mitigação e Resposta a Danos Civis do Pentágono, criticando políticas anteriores que limitavam a atuação militar.

O governo americano acredita que a intensificação das operações é necessária devido à reconstituição de grupos terroristas, como o Al-Shabab na Somália, que possui entre 10 mil e 15 mil combatentes. A preocupação é que esses grupos possam planejar ataques contra os EUA. Recentemente, os EUA atacaram embarcações que transportavam armas para o Al-Shabab, reforçando a ameaça no Chifre da África.

Além disso, a administração Trump considera cartéis de drogas como grupos terroristas, com uma análise das agências de inteligência dos EUA colocando essa ameaça acima da jihadista. A nova estratégia militar pode ser um indicativo do que está por vir nas operações antiterroristas.

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