Luiz Inácio Lula da Silva chegará a Pequim no dia 12 de maio para fortalecer as relações com a China, especialmente com a empresa Huawei, em meio a tensões comerciais entre os Estados Unidos e a China. Durante a visita, Lula e o presidente chinês, Xi Jinping, apresentarão resultados de parcerias em saúde e tecnologia e discutirão investimentos em energia renovável e infraestrutura. Lula começará sua agenda visitando o centro da Huawei, que enfrenta boicote tecnológico dos EUA. O Brasil quer melhorar suas relações com a China e está finalizando negociações para parcerias e investimentos em infraestrutura e tecnologia. O ministro da Casa Civil, Rui Costa, está liderando as discussões em Pequim, focando em setores como saúde e energia. O governo brasileiro também planeja facilitar a entrada de capital chinês, propondo um fórum para apresentar oportunidades de investimento no Brasil, especialmente diante da escalada tarifária dos EUA.
Luiz Inácio Lula da Silva chegará a Pequim no dia 12 de maio para fortalecer as relações bilaterais com a China, especialmente com a Huawei. A visita ocorre em um contexto de tensões comerciais entre os Estados Unidos e a China. Lula e o presidente chinês, Xi Jinping, devem apresentar resultados de parcerias em setores como saúde e tecnologia, além de discutir investimentos em energia renovável e infraestrutura.
Durante a visita, o presidente brasileiro deve iniciar sua agenda com uma visita ao centro da Huawei, uma empresa alvo de boicote tecnológico americano. Em sua última visita à China, Lula já havia enfatizado a importância de aprimorar as relações com o país. O Brasil busca elevar suas relações com a China a um “novo patamar”, conforme anunciado em novembro, durante a visita de Xi a Brasília.
As negociações entre Brasil e China, que estavam atrasadas, agora estão na fase final. Elas incluem parcerias entre empresas dos dois países e investimentos chineses em infraestrutura e tecnologia. O ministro da Casa Civil, Rui Costa, lidera as discussões em Pequim, com foco em cadeias produtivas nos setores de saúde, energia e tecnologia. Um dos projetos em pauta envolve geração de energia eólica e solar.
O governo brasileiro pretende facilitar a entrada de capital chinês, propondo um “fórum permanente de estudos” para que empresas da China conheçam as oportunidades de investimento no Brasil. A escalada tarifária dos EUA no comércio mundial reforça a estratégia brasileira de buscar parcerias econômicas com a China. Além disso, o contato político entre Brasil e EUA tem sido escasso desde a posse de Trump, o que aumenta a relevância das sinergias com a China.
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