Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Polônia intensifica treinamento militar para civis diante de ameaças russas

Civis poloneses buscam treinamento militar em meio a temores de ataques russos, enquanto o governo planeja expandir suas forças armadas.

0:00
Carregando...
0:00

Civis na Polônia estão se inscrevendo em treinamentos militares para se preparar para possíveis ataques, especialmente devido à ameaça da Rússia. Em um campo de treinamento em Wroclaw, pessoas de todas as idades aprendem a usar armas, combate corpo a corpo e primeiros socorros. O governo polonês planeja expandir esses programas para que todos os homens adultos recebam treinamento militar. A Polônia, que faz fronteira com a Rússia e a Ucrânia, está aumentando seus gastos com defesa para quase 5% do PIB, o maior entre os países da OTAN. O primeiro-ministro Donald Tusk afirmou que o país quer construir a maior força militar da região. Além disso, a Polônia está comprando equipamentos militares de países como os EUA e a Coreia do Sul. A preocupação com a segurança aumentou após a eleição de Donald Trump, que fez declarações que deixaram os poloneses inseguros sobre o apoio dos EUA. Embora haja um desejo de se preparar, uma pesquisa revelou que apenas 10,7% dos adultos estariam dispostos a se alistar em caso de guerra, enquanto muitos jovens expressaram a intenção de fugir se a situação piorasse.

Civis poloneses estão se inscrevendo em treinamentos militares em resposta à crescente ameaça da Rússia. O programa, chamado “Treine com o Exército”, ocorre em Wroclaw e ensina habilidades como combate corpo a corpo e primeiros socorros. O coordenador do projeto, capitão Adam Sielicki, afirmou que a iniciativa está com alta demanda e que o governo planeja expandi-la para incluir todos os homens adultos do país.

A Polônia, que faz fronteira com Rússia e Ucrânia, destinará quase 5% do PIB para defesa em 2023, o maior percentual entre os países da OTAN. O primeiro-ministro Donald Tusk anunciou a intenção de construir “o exército mais forte da região”. O país tem investido na compra de aviões, navios e sistemas de artilharia de aliados como Estados Unidos, Suécia e Coreia do Sul.

Dariusz, um dos participantes do treinamento, declarou que se ofereceria como voluntário em caso de ataque. Agata, outra civil, expressou preocupação com a possibilidade de a OTAN não intervir, especialmente após a eleição de Donald Trump. As declarações do ex-presidente dos EUA geraram inquietação em Varsóvia, onde oficiais temem que a presença militar americana na Europa não seja garantida a longo prazo.

A Polônia está em vias de assinar acordos de defesa com França e Reino Unido, buscando diversificar suas alianças militares. O representante permanente da Polônia na OTAN, Tomasz Szatkowski, afirmou que o país precisa desenvolver suas próprias capacidades de defesa, considerando a agressividade russa.

A memória histórica da ocupação russa ainda é forte entre os poloneses. Wanda Traczyk-Stawska, uma sobrevivente da Insurreição de Varsóvia, enfatizou a importância de estar bem armado. A demanda por abrigos contra ataques, incluindo nucleares, aumentou significativamente, refletindo o clima de insegurança.

Embora muitos poloneses estejam se preparando, uma pesquisa revelou que apenas 10,7% dos adultos se ofereceria para servir no exército em caso de guerra. A incerteza sobre o futuro e a proximidade da guerra geram divisões entre os jovens, com muitos expressando a intenção de fugir em vez de lutar.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais