Três búlgaros foram condenados por espionagem em março, após serem identificados como parte de uma célula russa que atuava no Reino Unido. Eles monitoravam opositores do governo de Putin. Uma investigação da BBC revelou que esses búlgaros participaram de um evento no Parlamento britânico em 2016, onde se encontraram com representantes de partidos políticos europeus. A segurança do Parlamento foi questionada após essa descoberta. Os condenados, Orlin Roussev, Biser Dzhambazov e Katrin Ivanova, estavam em um debate sobre o Brexit. Fotografias mostraram os três ao lado de políticos, mas não há indícios de que os organizadores ou participantes do evento tenham cometido irregularidades. Roussev, que liderava a célula, e Dzhambazov já haviam se declarado culpados de espionagem, enquanto Ivanova foi condenada por outros crimes. A célula, que operava sob a direção de Jan Marsalek, um ex-executivo austríaco, realizava vigilância em toda a Europa, visando jornalistas e dissidentes russos. A segurança do Parlamento já havia sido alvo de preocupações anteriormente, com casos de espionagem relacionados a agentes de estados estrangeiros.
Três búlgaros, condenados em março por espionagem em favor da Rússia, participaram de um evento no Parlamento britânico em maio de dois mil e dezesseis. A investigação da BBC revelou que Orlin Roussev, Biser Dzhambazov e Katrin Ivanova se encontraram com representantes de partidos políticos europeus.
As imagens divulgadas mostram os condenados ao lado de figuras políticas, levantando preocupações sobre a segurança do Parlamento. Um porta-voz afirmou que o local é público e que os processos de segurança são “robustos”. Duas pessoas confirmaram a presença de Roussev no evento, enquanto Dzhambazov e Ivanova também foram identificados em fotos.
O evento, patrocinado pela ex-deputada Lyn Brown, contou com a participação de representantes do Partido Socialista Búlgaro e outros partidos europeus. Brown declarou não ter memória do encontro e não acreditar ter interagido com os búlgaros. Não há indícios de irregularidades por parte dos organizadores ou participantes.
Os três búlgaros, junto com outros membros de uma célula de espionagem, realizaram vigilância sobre opositores do regime de Vladimir Putin. Durante o julgamento, mensagens entre Dzhambazov e Roussev revelaram conexões políticas no alto escalão do Partido Socialista Búlgaro. A célula, coordenada da Rússia por Jan Marsalek, tinha como alvo dissidentes e jornalistas investigativos.
Sir Iain Duncan-Smith, ex-líder do Partido Conservador, pediu uma investigação sobre o acesso do grupo ao Parlamento. Ele destacou a facilidade de entrada e saída do local, sugerindo que a segurança deve ser reavaliada. A segurança do Parlamento já foi questionada anteriormente devido a atividades de espionagem.
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