O governo de Israel, liderado pelo primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, decidiu intensificar as operações militares na Faixa de Gaza, convocando dezenas de milhares de reservistas. O ministro das Finanças, Bezalel Smotrich, afirmou que o Hamas deixará de existir em até seis meses e que a população palestina começará a ser expulsa para outros países. O novo plano militar prevê uma ocupação permanente de Gaza, abandonando as incursões temporárias. Desde o início do conflito em outubro de 2023, cerca de 90% da população de Gaza foi deslocada, e a situação humanitária se agravou, com escassez de alimentos, água e medicamentos. Organizações de direitos humanos e a comunidade internacional expressaram preocupação com a nova estratégia de Israel, que inclui o controle da ajuda humanitária e o deslocamento forçado de palestinos. O Hamas, que governa Gaza, não se manifestou oficialmente, mas já advertiu que uma ocupação permanente será considerada uma declaração de guerra.
O governo israelense, sob a liderança do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, intensificou suas operações militares na Faixa de Gaza, com um novo plano que prevê a ocupação permanente do território. O ministro das Finanças de Israel, Bezalel Smotrich, afirmou que o Hamas deixará de existir em até seis meses e que a população palestina começará a ser deslocada para outros países.
O plano foi aprovado pelo Gabinete de Segurança de Israel e inclui a permanência das tropas israelenses em Gaza de forma indefinida. Smotrich declarou que a ocupação da Faixa de Gaza é uma estratégia necessária para controlar a ajuda humanitária e evitar que ela beneficie o Hamas. Desde o início da ofensiva em outubro de 2023, cerca de 90% da população de Gaza foi deslocada, e a crise humanitária se agrava com a escassez de alimentos, água e medicamentos.
A nova abordagem militar de Israel foi anunciada após a convocação de dezenas de milhares de reservistas. Netanyahu destacou que as operações visam derrotar o Hamas e resgatar reféns. Organizações de direitos humanos expressaram preocupação com o impacto do plano, que pode resultar em uma nova onda de migração forçada.
A comunidade internacional observa com apreensão as declarações de Smotrich, que podem aumentar a tensão na região. O Hamas, que controla Gaza desde 2007, não se manifestou oficialmente, mas já advertiu que uma ocupação permanente será considerada uma “declaração de guerra total” contra os palestinos.
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