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Israel realiza ataques aéreos em Gaza e causa morte de nove pessoas, incluindo crianças

Ataques aéreos israelenses em Gaza mataram nove pessoas, incluindo crianças, enquanto a fome se agrava na região sob bloqueio severo.

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Ataques aéreos israelenses em Gaza mataram nove pessoas, incluindo mulheres e crianças, segundo autoridades locais. Dois ataques atingiram tendas na cidade de Khan Younis, matando duas crianças e seus pais. Outro ataque matou mais uma criança e feriu sete pessoas. O exército israelense afirma que ataca apenas militantes e tenta evitar vítimas civis, responsabilizando o Hamas pela presença de combatentes em áreas densamente povoadas. Gaza está isolada de importações, como alimentos e remédios, há mais de 10 semanas, enquanto a fome se espalha. O presidente dos EUA, Donald Trump, apoia as ações de Israel e fará uma visita a países do Oriente Médio, mas não a Israel. Desde o início do conflito em 7 de outubro, mais de 52 mil palestinos morreram, a maioria mulheres e crianças, e cerca de 90% da população de Gaza foi deslocada.

Ataques aéreos em Gaza resultam em mais mortes e agravamento da crise humanitária

DEIR AL-BALAH, Faixa de Gaza — Ataques aéreos israelenses na madrugada de domingo mataram nove pessoas, incluindo mulheres e crianças, conforme informações de autoridades locais de saúde. Dois dos ataques atingiram tendas na cidade de Khan Younis, resultando na morte de duas crianças e seus pais. Um terceiro ataque deixou mais uma criança morta e sete feridos, segundo o Hospital Nasser.

A militar israelense afirma que suas operações visam apenas militantes e que busca evitar vítimas civis. No entanto, responsabiliza o Hamas pelas mortes de civis, alegando que os militantes se escondem em áreas densamente povoadas. Não houve comentários imediatos de Israel sobre os ataques mais recentes.

Desde o início do bloqueio a Gaza, há mais de dez semanas, a região enfrenta uma grave escassez de alimentos e medicamentos. O governo israelense justifica a restrição como uma tática para pressionar o Hamas a libertar reféns. A ofensiva foi retomada em março, rompendo um cessar-fogo que havia permitido a libertação de mais de trinta reféns.

Organizações humanitárias relatam que a fome se espalha entre a população, com os suprimentos alimentares se esgotando rapidamente. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que apoia as ações de Israel, planeja uma visita à Arábia Saudita, Catar e Emirados Árabes Unidos, mas não incluirá Israel em sua agenda.

Desde o início do conflito em 7 de outubro de 2023, mais de 52 mil palestinos foram mortos, a maioria mulheres e crianças, segundo o Ministério da Saúde de Gaza. A guerra começou após um ataque do Hamas que resultou na morte de cerca de 1.200 israelenses, a maioria civis, e na captura de duzentos e cinquenta e um reféns. Atualmente, cinquenta e nove reféns permanecem em Gaza, com a expectativa de que cerca de um terço esteja vivo.

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