Oscar Jenkins, um australiano de 33 anos, foi condenado a 13 anos de prisão por atuar como mercenário na Ucrânia. Ele foi capturado por forças russas em dezembro de 2022, enquanto lutava na região de Luhansk. Jenkins foi julgado em um tribunal controlado pela Rússia e, segundo os promotores, ele teria recebido entre 600.000 e 800.000 rublos por mês para participar de operações militares contra as tropas russas. Um vídeo que circulou em dezembro mostrava Jenkins sendo agredido e interrogado por soldados russos. O governo australiano já pediu a liberação dele e convocou o embaixador russo após rumores falsos sobre sua morte. Além disso, um britânico chamado James Scott Rhys Anderson foi condenado a 19 anos de prisão na Rússia por atividades semelhantes.
Um australiano, Oscar Jenkins, foi condenado a 13 anos de prisão por atuar como mercenário na Ucrânia. A sentença foi proferida por um tribunal controlado pela Rússia na sexta-feira, após sua captura em dezembro de 2022 na região de Luhansk. Jenkins, de 33 anos, é professor de Melbourne e foi acusado de participar de operações militares contra tropas russas.
Os promotores alegaram que ele chegou à Ucrânia em fevereiro de 2024 e recebeu entre 600 mil e 800 mil rublos (aproximadamente R$ 5.504 a R$ 7.339) mensais. Um vídeo que circulou em dezembro mostrava Jenkins com as mãos amarradas, sendo agredido e interrogado por forças russas, que questionavam se ele estava sendo pago para lutar.
O governo australiano já havia convocado o embaixador russo em janeiro, após rumores falsos sobre a morte de Jenkins. O primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, afirmou que o governo continuará a exigir a libertação do australiano, chamando o regime de Vladimir Putin de “repreensível”.
Outros Casos de Estrangeiros
Recentemente, outro estrangeiro, o britânico James Scott Rhys Anderson, foi condenado a 19 anos de prisão por atividades terroristas e mercenárias. Ele foi capturado em novembro na região de Kursk, na Rússia. Esses casos refletem a crescente tensão e o envolvimento de cidadãos estrangeiros no conflito ucraniano, que começou em 2022.
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