O exército sudanês anunciou que expulsou completamente as Forças de Apoio Rápido de Khartoum, afirmando que a cidade está livre de rebeldes após a recaptura do palácio presidencial. A situação se agravou com conflitos em Omdurman e ataques em Port Sudan, que resultaram em escassez de água e apagões. O exército também iniciou uma grande ofensiva na região. As tensões diplomáticas aumentaram entre o Sudão e os Emirados Árabes Unidos, com acusações de apoio da parte dos EAU à RSF, o que os Emirados negam. Desde o início da guerra civil, milhares de pessoas morreram e milhões foram deslocadas, levando a uma grave crise humanitária, com ambos os lados enfrentando acusações de crimes de guerra.
O exército sudanês anunciou a expulsão total das Forças de Apoio Rápido (RSF) de Khartoum, afirmando que a região está agora livre de rebeldes. A declaração foi feita após a recaptura da cidade e do palácio presidencial, em um marco significativo na guerra civil que já dura três anos.
Recentemente, conflitos em Omdurman, uma cidade adjacente, intensificaram a crise humanitária. O exército iniciou uma ofensiva em larga escala na área, conforme relatado pela agência de notícias AFP. A RSF ainda não se manifestou sobre as alegações do exército.
Khartoum, que já foi o centro do governo sudanês, viu seus líderes militares se deslocarem para Port Sudan após a perda de controle na região. Embora Port Sudan fosse considerado relativamente seguro, a situação se deteriorou com ataques aéreos que afetaram a infraestrutura local, resultando em escassez de água e apagões.
As tensões diplomáticas também aumentaram, especialmente entre o Sudão e os Emirados Árabes Unidos (EAU). O Sudão acusou os EAU de apoiar a RSF, o que o governo dos Emirados nega veementemente. As acusações incluem a responsabilidade dos EAU por um ataque recente em Port Sudan, que causou danos significativos.
Desde o início do conflito, milhares de pessoas morreram e milhões foram deslocadas, resultando na pior crise humanitária do mundo. Tanto o exército quanto a RSF enfrentam acusações de crimes de guerra, que ambos negam.
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