Pelo menos 38 palestinos morreram em ataques aéreos israelenses na Faixa de Gaza na madrugada de 24 de outubro de 2023, de acordo com médicos locais. Os bombardeios atingiram uma escola em Gaza Oriental e um posto de combustível em Nuseirat, onde muitas famílias deslocadas estavam buscando abrigo. Israel havia ordenado a evacuação de civis em Gaza, preparando-se para um ataque considerado “sem precedentes”. Entre os mortos, dez pessoas foram atingidas em uma sala de aula na Escola Musa bin Nusayr, onde havia centenas de deslocados. Em Nuseirat, 15 pessoas morreram em um ataque a tendas em um posto de combustível. As equipes de resgate enfrentam dificuldades para ajudar os feridos devido à intensidade dos bombardeios e à falta de equipamentos. A situação humanitária em Gaza é crítica, com a ONU alertando que cerca de 14 mil bebês podem morrer em 48 horas se a ajuda não chegar. Embora Israel tenha permitido a entrada de uma quantidade limitada de alimentos, a ONU considera isso insuficiente. O conflito se intensificou desde os ataques do Hamas em 7 de outubro, que resultaram em cerca de 1.200 mortes em Israel e 251 reféns, dos quais 58 ainda estão em Gaza. A pressão internacional sobre Israel aumentou, com líderes de vários países ameaçando ações se o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu continuar com seu plano de controle total de Gaza. Netanyahu desqualificou essas declarações como um “prêmio” para o Hamas, enquanto um ex-oficial militar criticou a ofensiva, alertando que Israel pode se tornar um “Estado pária”. A situação continua grave, com bombardeios constantes e um número crescente de civis mortos, incluindo crianças e mulheres.
Pelo menos 38 palestinos foram mortos em uma série de ataques aéreos israelenses na Faixa de Gaza durante a madrugada de 24 de outubro de 2023, segundo informações de médicos palestinos. Os bombardeios atingiram diversos locais, incluindo uma escola em Gaza Oriental e um posto de combustível em Nuseirat, onde famílias deslocadas buscavam abrigo.
Os ataques ocorreram após Israel emitir uma ordem de evacuação para civis em Gaza, preparando-se para o que descreveu como um “ataque sem precedentes”. Entre as vítimas, dez pessoas foram mortas em um ataque a salas de aula na Escola Musa bin Nusayr, onde centenas de deslocados se abrigavam. Em Nuseirat, 15 pessoas perderam a vida em um ataque a tendas em um posto de combustível abandonado.
Dificuldades nas Operações de Resgate
Equipes de resgate enfrentam grandes dificuldades para acessar os feridos devido à intensidade dos bombardeios e à falta de equipamentos. A situação humanitária em Gaza se agrava, com a ONU alertando que cerca de 14 mil bebês podem morrer nas próximas 48 horas se a ajuda não chegar. Embora Israel tenha anunciado a entrada de um “quantidade básica” de alimentos, a ONU classificou a ajuda como “uma gota no oceano” do que é necessário.
A escalada do conflito se intensificou desde os ataques do Hamas em 7 de outubro, que resultaram em cerca de 1.200 mortes em Israel e 251 reféns. Atualmente, 58 reféns ainda estão em Gaza, com até 23 acreditados como vivos. O Ministério da Saúde palestino reporta que mais de 53.486 palestinos foram mortos desde o início da ofensiva israelense.
Pressão Internacional e Reações
A pressão internacional sobre Israel tem aumentado, com líderes do Reino Unido, França e Canadá emitindo um comunicado conjunto, ameaçando ações se o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu continuar com seu objetivo de “tomar controle” total de Gaza. Netanyahu, por sua vez, desqualificou a declaração como um “grande prêmio” para o Hamas.
O ex-alto oficial militar Yair Golan criticou a ofensiva israelense, alertando que o país corre o risco de se tornar um “Estado pária”. Em resposta, Netanyahu chamou os comentários de Golan de “incitamento ultrajante”. A situação continua crítica, com relatos de bombardeios incessantes e um número crescente de civis mortos, incluindo crianças e mulheres.
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