Um pelotão de Fuzileiros Navais do Brasil vai participar pela primeira vez da Operação Catamaran, um treinamento com países da OTAN, que ocorrerá de 20 de maio a 18 de junho. A operação é liderada pela França e contará com tropas dos Estados Unidos, Alemanha, Inglaterra, Itália, Holanda e Espanha. Entre os militares brasileiros, está a soldado Camila Aguiar, de 20 anos, que faz parte da primeira turma de mulheres combatentes anfíbias e terá sua primeira experiência internacional. Embora o Brasil não seja membro da OTAN, em 2019, foi reconhecido como “aliado extra-OTAN”, o que facilita a cooperação militar com esses países. A participação do Brasil na operação é um passo importante para melhorar a colaboração militar e a capacidade de trabalhar junto com outras nações em situações diversas.
Pela primeira vez, um pelotão brasileiro de Fuzileiros Navais participará da Operação Catamaran, um treinamento multinacional que ocorrerá de 20 de maio a 18 de junho. A operação é coordenada pela França e envolve forças de países membros da OTAN.
Os militares brasileiros atuarão ao lado de tropas dos Estados Unidos, Alemanha, Inglaterra, Itália, Holanda e Espanha. Entre os integrantes do pelotão, destaca-se a soldado Camila Aguiar, de 20 anos, natural de São Gonçalo, no Rio de Janeiro. Camila faz parte da primeira turma de mulheres combatentes anfíbias, formada em julho de 2024, e esta será sua primeira experiência internacional.
Embora o Brasil não seja membro da OTAN, em março de 2019, durante um encontro na Casa Branca entre o então presidente Donald Trump e o ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro, o país foi reconhecido como “aliado extra-OTAN”. Essa designação permite um intercâmbio militar mais amplo entre o Brasil e os países da aliança.
A participação do Brasil na Operação Catamaran representa um passo significativo na cooperação militar internacional e na integração das Forças Armadas brasileiras em exercícios conjuntos com nações aliadas. O treinamento visa fortalecer a interoperabilidade entre as tropas e aprimorar as capacidades operacionais em cenários multinacionais.
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