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Zelensky denuncia manobra da Rússia para atrasar invasão da Ucrânia

Zelensky acusa Rússia de usar negociações para ganhar tempo na invasão, enquanto a China pede diálogo. Pressão internacional aumenta.

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O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, acusou a Rússia de estender as negociações para um cessar-fogo com o objetivo de ganhar tempo e continuar a invasão. Ele fez essa afirmação após uma conversa entre o presidente russo, Vladimir Putin, e o presidente dos EUA, Donald Trump, que não resultou na aceitação de um cessar-fogo incondicional de 30 dias. Zelensky expressou sua preocupação nas redes sociais, afirmando que a Rússia está usando as negociações como uma estratégia para prosseguir com a guerra. A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, disse que agora cabe à Ucrânia responder ao memorando proposto. A União Europeia pediu uma ação firme dos EUA se a Rússia não aceitar o cessar-fogo, enquanto a Alemanha pediu mais pressão sobre a Rússia, afirmando que Putin não está realmente interessado na paz. A China, por sua vez, se ofereceu como mediadora e apoiou o diálogo entre os dois países, esperando que as partes continuem as negociações para um acordo justo e duradouro.

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, acusou a Rússia de prolongar as negociações para um cessar-fogo, com o intuito de ganhar tempo e continuar a invasão. A declaração foi feita após uma conversa telefônica entre o presidente russo, Vladimir Putin, e o presidente dos EUA, Donald Trump, que não resultou na aceitação de um cessar-fogo incondicional de 30 dias.

Zelensky expressou sua preocupação nas redes sociais, afirmando que a Rússia está utilizando as negociações como uma estratégia para prosseguir com a guerra. Ele destacou a importância de que a diplomacia seja coordenada e focada em resultados concretos. Durante a conversa, Putin mencionou a disposição de trabalhar em um “memorando” sobre um possível acordo de paz, mas não se comprometeu com um cessar-fogo imediato.

Reações e Desdobramentos

A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, declarou que agora “a bola está na quadra de Kiev”, esperando uma resposta da Ucrânia sobre o memorando proposto. A União Europeia (UE) também se manifestou, exigindo uma ação forte dos EUA caso a Rússia não aceite o cessar-fogo. A chefe da diplomacia da UE, Kaja Kallas, afirmou que consequências seriam esperadas.

Após a conversa entre Trump e Putin, o governo alemão pediu um aumento na pressão sobre a Rússia, com o ministro da Defesa, Boris Pistorius, afirmando que Putin “não está realmente interessado na paz”. A Alemanha e outros países europeus estão preocupados com a falta de concessões por parte da Rússia.

Apoio da China

A China, que se apresenta como uma parte neutra no conflito, manifestou apoio ao diálogo entre Rússia e Ucrânia. A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Mao Ning, declarou que o país apoia todos os esforços para alcançar a paz e defende uma resolução política da crise. Pequim espera que as partes continuem as negociações para um acordo que seja justo e duradouro.

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