Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Guiana considera eleição na Venezuela uma ameaça à estabilidade regional

Tensão aumenta entre Guiana e Venezuela com eleição de autoridades no Essequibo; Guiana vê ato como ameaça à sua soberania.

0:00
Carregando...
0:00

O presidente da Guiana, Irfaan Ali, chamou de “ameaça” a eleição que a Venezuela está organizando para escolher autoridades no Essequibo, uma área em disputa entre os dois países. A votação, que acontecerá no próximo domingo, pretende eleger um governador e oito deputados para a região rica em petróleo. A disputa pelo Essequibo, que tem 160 mil km², aumentou após a ExxonMobil descobrir petróleo lá em 2015. Ali disse que a Guiana está levando a sério as ações da Venezuela e fará o possível para proteger sua soberania. A eleição ocorre em um momento de tensões, com a Guiana relatando ataques de civis armados contra suas forças armadas. Em fevereiro, um ataque de uma gangue venezuelana feriu seis soldados guianenses, mas o governo da Venezuela negou as acusações. A disputa territorial existe há mais de um século, com a Guiana se apoiando no Laudo Arbitral de 1899 e a Venezuela no Acordo de Genebra de 1966. A questão foi levada à Corte Internacional de Justiça em 2017, mas a Venezuela ignorou um pedido da corte para não realizar eleições na área em disputa. A Guiana continua a monitorar a situação e reafirma seu compromisso em proteger seu território.

O presidente da Guiana, Irfaan Ali, classificou como uma “ameaça” a eleição que a Venezuela está organizando para escolher autoridades no Essequibo, um território disputado entre os dois países. A votação, marcada para o próximo domingo, visa eleger um governador e oito deputados para a região rica em petróleo.

A disputa pelo Essequibo, que abrange 160 mil km², se intensificou após a descoberta de jazidas de petróleo pela ExxonMobil em 2015. Ali afirmou que a Guiana está levando a sério as ações da Venezuela, considerando-as uma ameaça à sua soberania. Ele declarou que fará “todo o possível para garantir” a integridade territorial do país.

A eleição venezuelana ocorre em um contexto de tensões crescentes. Recentemente, a Guiana relatou ataques de civis armados contra suas forças armadas na região. Em fevereiro, um ataque de uma gangue venezuelana deixou seis soldados feridos. O governo da Venezuela rejeitou as acusações, chamando-as de “invenção vil”.

A disputa territorial remonta a mais de um século, com a Guiana se baseando no Laudo Arbitral de 1899, enquanto a Venezuela se apoia no Acordo de Genebra de 1966. A questão foi levada à Corte Internacional de Justiça em 2017, após a falta de um acordo entre as partes. A CIJ havia solicitado que a Venezuela se abstivesse de realizar eleições na área em disputa, mas o pedido foi ignorado.

A situação continua a ser monitorada de perto, com a Guiana reafirmando seu compromisso em proteger sua soberania diante das ações venezuelanas.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais