Um grupo de 59 Afrikaners chegou aos Estados Unidos como refugiados, em meio a um aumento nas solicitações de asilo de sul-africanos. O governo dos EUA acelerou o processo para esses Afrikaners, enquanto pausou pedidos de outras nacionalidades. Na próxima quarta-feira, o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, se reunirá com o presidente dos EUA, Donald Trump, em Washington. A relação entre os dois países tem sido tensa, especialmente após Trump congelar ajuda à África do Sul, alegando maus-tratos à população branca. Enquanto muitos Afrikaners buscam refúgio, outros, como Joost Strydom, rejeitam essa opção e pedem apoio para melhorar a situação na África do Sul. Strydom lidera um movimento em Orania, uma comunidade autossuficiente, onde os residentes querem ser reconhecidos como um estado autônomo. Ele afirmou que não querem ser refugiados nos EUA e pedem ajuda local. A crescente violência no campo tem levado muitos a considerar a fuga, como Adriaan Vos, um agricultor que sobreviveu a um ataque e expressou preocupação com a segurança. O governo sul-africano nega alegações de genocídio contra brancos, afirmando que a maioria das vítimas de crimes violentos é negra. A polícia sul-africana reportou apenas um assassinato de fazendeiro branco recentemente, mas grupos como a AfriForum contestam esses números, dizendo que a violência no campo é um problema contínuo. O futuro dos Afrikaners na África do Sul é incerto, com alguns querendo lutar por seus direitos e outros buscando novas oportunidades no exterior.
Um grupo de 59 Afrikaners chegou aos Estados Unidos na semana passada após receber status de refugiado, em meio a um aumento nas solicitações de asilo por sul-africanos. O governo dos EUA acelerou o processo para os Afrikaners, enquanto pausou pedidos de outras nacionalidades.
Na próxima quarta-feira, o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, se reunirá com o presidente dos EUA, Donald Trump, em Washington. A relação entre os países tem sido tensa desde que Trump congelou ajuda a Joanesburgo, alegando maus-tratos à população branca. Enquanto muitos Afrikaners buscam refúgio, outros, como Joost Strydom, rejeitam essa opção e pedem apoio para melhorar a situação na África do Sul.
Strydom lidera um movimento em Orania, uma comunidade autossuficiente no Cabo do Norte, onde os residentes buscam reconhecimento como um estado autônomo. “Não queremos ser refugiados nos EUA,” afirmou Strydom, enfatizando a necessidade de ajuda local. Orania, que abriga cerca de 3 mil Afrikaners, é vista como um bastião da cultura Afrikaner, mas enfrenta críticas por sua política de exclusão racial.
A crescente violência no campo tem levado muitos a considerar a fuga. Adriaan Vos, um agricultor que sobreviveu a um ataque, expressou sua preocupação com a segurança. “Precisamos de ajuda na África do Sul,” disse ele, ressaltando a urgência da situação.
Enquanto isso, o governo sul-africano nega alegações de genocídio contra brancos, afirmando que a maioria das vítimas de crimes violentos é negra. A polícia sul-africana reportou apenas um assassinato de fazendeiro branco em um período recente, mas grupos como a AfriForum contestam esses números, afirmando que a violência no campo é uma questão persistente.
O futuro dos Afrikaners na África do Sul continua incerto, com muitos desejando permanecer e lutar por seus direitos, enquanto outros buscam novas oportunidades no exterior.
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