Desde que a lei marcial foi imposta na Ucrânia em fevereiro de 2022, mais de 49 mil pessoas foram detidas por tentativas de sair do país ilegalmente, com 45 mil homens na faixa etária de 18 a 60 anos entre os detidos. Essa proibição, que só permite a saída em casos excepcionais, tem levado muitos a arriscar suas vidas para escapar da guerra. A região de Transcarpathian, com suas montanhas e florestas, se tornou um ponto crítico para o contrabando de pessoas. Nos primeiros dez dias do conflito, mais de 1,5 milhão de ucranianos deixaram o país, tornando essa a crise de refugiados que mais cresce na Europa desde a Segunda Guerra Mundial. Atualmente, cerca de 10,6 milhões de ucranianos foram deslocados, sendo 3,7 milhões dentro do país e 6,8 milhões como refugiados no exterior. Aproximadamente 12,7 milhões de pessoas que ainda estão na Ucrânia precisam de ajuda humanitária, com a maioria dos deslocados internos sendo mulheres e crianças. Apesar das dificuldades, muitos ainda sonham em voltar para casa, embora poucos planejem isso em um futuro próximo.
Mais de 49 mil pessoas foram detidas na Ucrânia por tentativas de saída ilegal do país desde a imposição da lei marcial em fevereiro de 2022, conforme informou o Serviço Nacional de Guardas de Fronteira. A proibição de homens entre 18 e 60 anos de deixar o território, exceto em casos excepcionais, tem levado muitos a arriscar suas vidas em busca de fuga da guerra.
Dentre os detidos, aproximadamente 45 mil são homens nessa faixa etária, enquanto cerca de 4 mil foram interceptados tentando atravessar a fronteira com documentos falsos. A região ocidental de Transcarpathian, conhecida por suas montanhas e florestas, se tornou um ponto crítico para aqueles que tentam escapar, frequentemente envolvendo atividades de contrabando.
Desde o início do conflito, em 24 de fevereiro de 2022, mais de 1,5 milhão de pessoas deixaram a Ucrânia nos primeiros dez dias, segundo dados do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur). Esta situação é considerada a crise de refugiados de crescimento mais rápido na Europa desde a Segunda Guerra Mundial, conforme destacou o alto comissário da ONU, Filippo Grandi.
Um relatório do Acnur, publicado no início deste ano, revela que cerca de 10,6 milhões de ucranianos foram deslocados forçosamente, incluindo 3,7 milhões dentro do país e 6,8 milhões como refugiados no exterior. Atualmente, cerca de 12,7 milhões de pessoas que permanecem na Ucrânia necessitam de assistência humanitária, com a maioria dos deslocados internos sendo mulheres e crianças. Apesar das dificuldades, muitos ainda mantêm a esperança de retornar à Ucrânia, embora apenas uma pequena fração planeje fazê-lo em um futuro próximo.
Entre na conversa da comunidade