Um líder maoísta importante, Nambala Keshava Rao, foi morto em um confronto com a polícia em Chhattisgarh, na Índia. Ele era um dos 27 rebeldes que morreram na batalha, que também resultou na morte de um policial. Essa é a primeira vez em 30 anos que um líder desse nível é morto pelas forças do governo. O governo indiano está intensificando suas operações contra os maoístas, prometendo acabar com a insurgência até março de 2026. Desde o início da operação chamada Floresta Negra, 54 rebeldes foram presos e 84 se entregaram. Os maoístas, que se inspiram em Mao Zedong, começaram sua luta na década de 1960 e controlam áreas em vários estados da Índia. Apesar de algumas vitórias recentes das forças de segurança, os conflitos entre os rebeldes e a polícia continuam a causar muitas mortes todos os anos. Desde o início da insurgência, mais de 10 mil pessoas perderam a vida.
Nambala Keshava Rao, um líder maoísta de alta patente, foi morto em um confronto com as forças de segurança em Chhattisgarh. O incidente ocorreu na quarta-feira, resultando na morte de 27 rebeldes e um policial. Esta é a primeira vez em três décadas que um líder desse nível é eliminado por forças governamentais, segundo o ministro do Interior da Índia, Amit Shah.
O governo indiano intensificou suas operações contra os maoístas, com a recente operação chamada Floresta Negra. Desde o início da ofensiva, 54 rebeldes foram presos e 84 se renderam em Chhattisgarh, Telangana e Maharashtra. O governo se comprometeu a erradicar a insurgência até março de 2026.
Rao, que era engenheiro e secretário-geral do Partido Comunista da Índia (Maoísta), estava na lista dos mais procurados pela Agência Nacional de Investigação (NIA). O tiroteio em que ele foi morto ocorreu no distrito de Narayanpur, após uma denúncia de que líderes maoístas estavam na área. O primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, expressou seu orgulho pelas forças de segurança em uma postagem na rede social X.
A insurgência maoísta, que começou na década de 1960, já causou mais de 10 mil mortes e se espalhou por mais de um terço dos 600 distritos da Índia. Apesar de uma redução nos níveis de violência nos últimos anos, os confrontos entre as forças de segurança e os rebeldes continuam a ser frequentes, resultando em numerosas fatalidades anualmente.
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