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Protesto no Whitney Museum critica cancelamento de performance pró-Palestina

Protesto no Whitney Museum critica cancelamento de performance pró-Palestina e demissão de artista, destacando vínculos de diretores com Israel.

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Na noite de 23 de maio, o lobby do Whitney Museum, em Nova York, foi palco de um protesto organizado por trabalhadores da arte e da cultura. O protesto aconteceu após o museu cancelar uma performance em apoio à Palestina. Durante um evento gratuito, os ativistas mostraram uma bandeira palestina e um banner que dizia “A criatividade não precisa depender da morte”. Eles também distribuíram panfletos pedindo a remoção de membros do conselho do museu com laços a práticas consideradas genocidas e opressivas. O cancelamento da performance, que homenagearia os palestinos mortos em Gaza, gerou críticas, especialmente em relação à demissão de Gregg Bordowitz, um artista que se opôs à decisão do museu. O Whitney justificou o cancelamento dizendo que a performance glorificava a violência. Durante o protesto, um ativista leu a introdução da performance cancelada, que pedia que os presentes que apoiassem Israel deixassem o local. O protesto terminou pacificamente, mas os ativistas prometeram que voltariam a se manifestar.

O lobby do Whitney Museum, em Nova York, foi palco de um protesto na noite de 23 de maio. O evento, organizado pelo grupo Writers Against the War on Gaza, ocorreu durante a programação de “Free Friday Night”, que oferece entrada a preços acessíveis. Os manifestantes criticaram a liderança do museu pela cancelamento de uma performance pró-Palestina e a demissão de Gregg Bordowitz.

Os ativistas, a partir do mezanino, exibiram uma bandeira palestina e um banner com a frase “A criatividade não precisa depender da morte.” No térreo, distribuíram panfletos que pediam a remoção de membros do conselho do museu com laços a práticas de genocídio e apartheid. A segurança do museu chegou a barrar a entrada de algumas pessoas.

O protesto foi uma reação ao cancelamento da performance “No Aesthetics Outside My Freedom”, que abordaria a morte de aproximadamente 50 mil palestinos em Gaza desde 7 de outubro de 2023. A apresentação, que contaria com interpretações de artistas renomados, foi cancelada após a liderança do Whitney assistir a uma gravação de sua estreia. O museu alegou que a performance “valoriza atos de violência”.

Gregg Bordowitz, ex-diretor do programa de estudos independentes do Whitney, foi demitido em fevereiro, gerando questionamentos sobre sua saída. Ele se manifestou contra o cancelamento, considerando-o uma “intrusão” do museu. Durante o protesto, um ativista leu a introdução da performance, que pedia que os presentes que não apoiassem a causa palestina deixassem o local.

Os manifestantes também criticaram membros influentes do conselho do Whitney, como Nancy Carrington Crown, por suas conexões financeiras com Israel. O protesto ocorreu de forma pacífica e os organizadores prometeram que não seria a última vez que se manifestariam. A liderança do Whitney e do programa de estudos independentes não se pronunciou sobre o evento.

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