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Pope Leo XIV pede orações pela comunhão dos católicos chineses com o Vaticano

Papa Leo XIV pede orações pela unidade dos católicos chineses com a Santa Sé, enquanto desafios do acordo de 2018 se intensificam.

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O Papa Leo XIV pediu orações para que os católicos da China estejam em comunhão com a Santa Sé, durante suas primeiras declarações públicas sobre a relação da Igreja com o país. Ele lembrou que a Igreja Católica celebrou um dia especial para orar pelos católicos chineses, que estão divididos entre uma igreja controlada pelo estado e uma igreja subterrânea leal ao Papa. Leo expressou que, em todo o mundo, as pessoas rezaram por essa união. Ele também pediu que os católicos sejam testemunhas alegres do Evangelho, mesmo em tempos difíceis. O Papa Francisco havia tentado unir as comunidades católicas na China ao aprovar um acordo em 2018 sobre a nomeação de bispos, que permitiu que a igreja estatal tivesse voz nas escolhas, mas o Papa manteve o poder de veto. Esse acordo foi criticado por alguns que acham que ele prejudicou a igreja subterrânea. O Papa Leo agora precisa decidir se vai renovar esse acordo, especialmente após algumas violações por parte da China, como a nomeação de bispos sem consentimento papal. O arcebispo de Hong Kong, Cardeal Stephen Chow, disse que Leo conhece bem a cultura chinesa e espera que ele siga a direção de Francisco. A relação entre a Igreja e a China é complicada, pois foi rompida há mais de setenta anos, quando os comunistas assumiram o poder.

O Papa Leo XIV pediu orações pela comunhão dos católicos chineses com a Santa Sé, em suas primeiras declarações públicas sobre a relação entre a Igreja Católica e a China. O pedido ocorreu no último domingo, após a celebração de um dia especial de oração pela Igreja na China, instituído por Papa Bento XVI.

Leo XIV destacou que, durante a celebração, orações foram feitas em igrejas e santuários na China e em todo o mundo, demonstrando a preocupação e afeto pela comunidade católica chinesa. O Papa expressou a esperança de que os católicos na China sejam “testemunhas fortes e alegres do Evangelho”, mesmo diante das dificuldades.

A relação entre a Igreja e a China é marcada por um acordo controverso de 2018, que permitiu ao governo chinês influenciar a nomeação de bispos. Embora o Papa Francisco tenha mantido o poder de veto, o acordo gerou críticas, especialmente entre católicos conservadores, que alegam que ele comprometeu a Igreja subterrânea leal a Roma.

Desafios do Acordo

O novo Papa enfrentará o desafio de decidir sobre a renovação do acordo, que tem sido criticado por violações por parte da China, incluindo nomeações unilaterais de bispos. A situação se agravou antes do conclave que elegeu Leo, quando a Igreja chinesa avançou na eleição de dois bispos sem consentimento papal.

O arcebispo de Hong Kong, Cardeal Stephen Chow, afirmou que Leo XIV “não esquecerá a Igreja na China e o povo chinês”. Ele presenteou o Papa com uma pequena estátua de Nossa Senhora de Sheshan, venerada pelos fiéis chineses. O Vaticano busca melhorar as relações com a China, que foram rompidas há mais de setenta anos, quando os comunistas assumiram o poder.

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