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Ex-refém da IDF revela medo constante de ataques israelenses durante cativeiro em Gaza

Soldada israelense libertada, Na’ama Levy, revela temores de ataques aéreos durante cativeiro e pede devolução de reféns em protesto em Tel Aviv.

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Na’ama Levy, uma soldada israelense que foi libertada, contou sobre seu cativeiro em um protesto em Tel Aviv. Ela disse que tinha medo de ser morta por ataques aéreos israelenses enquanto estava presa. Levy, que foi uma das cinco soldados libertadas em janeiro, descreveu como ouvia os bombardeios e rezava para que não atingissem o lugar onde estava. Em um momento, um ataque causou o desabamento parcial da casa onde ela se encontrava, aumentando seu medo. Durante o evento, ela pediu a devolução de todos os reféns, afirmando que Israel não terá vitória enquanto eles estiverem em Gaza. Levy criticou a escolha de David Zini como novo chefe da Shin Bet, que é contra acordos de reféns. As famílias dos sequestrados também criticaram Zini, considerando sua posição uma ameaça à segurança dos reféns. As declarações de Levy ocorrem em um momento em que a pressão internacional sobre Israel para encerrar a guerra em Gaza está aumentando. Países como Reino Unido, Canadá e França expressaram descontentamento com a continuidade do conflito, enquanto a União Europeia está revisando seu acordo comercial com Israel. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu afirmou que derrotar os inimigos de Israel é a prioridade, mesmo que isso signifique deixar os reféns em segundo plano. O sequestro de Levy foi um dos primeiros amplamente noticiados após o ataque do Hamas em 7 de outubro, e imagens de sua captura chocaram a opinião pública. A situação dos reféns continua a ser um tema delicado no conflito.

Na’ama Levy, uma soldada israelense libertada, compartilhou suas experiências de cativeiro durante um protesto em Tel Aviv, destacando o medo constante de ser morta por ataques aéreos israelenses. Levy, uma das cinco soldados liberadas em janeiro, descreveu a realidade aterrorizante de ouvir os bombardeios e rezar para que não atingissem seu local. Ela relatou que, em um momento, um ataque causou o desabamento parcial da casa onde estava, aumentando seu pavor.

Durante o evento, Levy fez um apelo pela devolução de todos os reféns, afirmando que não haverá vitória para Israel enquanto os sequestrados permanecerem em Gaza. Ela criticou a recente nomeação de David Zini como chefe da Shin Bet, que se opõe a acordos de reféns. Zini, que já expressou sua resistência a negociações de resgate, foi alvo de críticas por parte das famílias dos sequestrados, que consideram sua posição uma ameaça à segurança dos reféns.

As declarações de Levy surgem em um momento em que a pressão internacional sobre Israel para encerrar a guerra em Gaza aumenta. Países como Reino Unido, Canadá e França manifestaram descontentamento com a continuidade do conflito, enquanto a União Europeia revisa seu acordo comercial com Israel. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, por sua vez, enfatizou que derrotar os inimigos de Israel é a prioridade máxima, mesmo que isso signifique deixar os reféns em segundo plano.

O sequestro de Levy foi um dos primeiros a ser amplamente noticiado após o ataque do Hamas em 7 de outubro. Imagens do momento em que foi capturada, com as mãos amarradas e sendo arrastada, chocaram a opinião pública. A situação dos reféns continua a ser um tema delicado e polarizador no contexto do conflito.

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