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Hamas propõe cessar-fogo, mas Israel rejeita a nova oferta de paz

Hamas aceita cessar-fogo de 70 dias, mas Israel rejeita. Conflito em Gaza já deixou mais de 53 mil mortos e situação humanitária se agrava.

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O Hamas aceitou uma proposta de cessar-fogo de 70 dias, mas Israel rejeitou, achando os termos inaceitáveis. A proposta inclui a retirada parcial de tropas israelenses, libertação de reféns e entrada de ajuda humanitária em Gaza. Mediadores enviaram a proposta, que prevê a troca de dez reféns por prisioneiros palestinos e negociações durante a trégua. Israel afirma que as condições do Hamas comprometem seus objetivos de guerra e a libertação dos reféns. Desde o início do conflito em outubro de 2023, mais de 53 mil pessoas morreram na Faixa de Gaza, a maioria civis, e a situação humanitária piora com o bloqueio de ajuda. Novos ataques aéreos israelenses mataram mais de 50 pessoas, incluindo deslocados em uma escola. O Exército de Israel justificou os bombardeios dizendo que “terroristas importantes” estavam no local. A proposta anterior de cessar-fogo durou quase dois meses antes de ser rompida em março, levantando dúvidas sobre um novo acordo duradouro.

Uma nova proposta de cessar-fogo de 70 dias foi aceita pelo Hamas, mas rejeitada por Israel, que considera os termos inaceitáveis. A proposta inclui a retirada parcial de tropas israelenses, libertação de reféns e entrada de ajuda humanitária em Gaza.

A proposta foi enviada ao Hamas por mediadores e prevê a troca de dez reféns por detentos palestinos. Além disso, estipula que as negociações para um acordo final ocorram durante a trégua. Autoridades israelenses afirmam que as condições estabelecidas pelo Hamas são impossíveis de aceitar, alegando que isso comprometeria os objetivos de guerra e a libertação dos reféns.

Desde o início do conflito em outubro de 2023, mais de 53 mil pessoas morreram na Faixa de Gaza, a maioria civis. A situação humanitária se agrava com o bloqueio total de ajuda imposto por Israel, que já dura quase 80 dias. Novos ataques aéreos israelenses nesta segunda-feira (26) resultaram na morte de mais de 50 pessoas, incluindo 33 deslocados que buscavam abrigo em uma escola.

Os ataques aéreos atingiram a escola Fami Aljerjawi, em Gaza, e também causaram mortes em Jabalia, onde 19 corpos foram recuperados após um ataque a uma residência. O Exército de Israel justificou os bombardeios alegando que “terroristas importantes” estavam presentes na escola e que medidas foram tomadas para minimizar os danos civis.

A proposta de cessar-fogo anterior, que começou em janeiro, durou quase dois meses antes de ser rompida por Israel em março, em meio a pressões de Washington e desentendimentos com o Hamas. A atual escalada de violência levanta preocupações sobre a possibilidade de um novo acordo duradouro.

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