O exército de Israel agora acredita que o grupo militante Hamás tem cerca de 40.000 combatentes, número semelhante ao que possuía antes do início da guerra em Gaza em outubro de 2023. Essa mudança na avaliação ocorre após a troca de liderança no exército, que antes considerava Hamás uma força não operacional. A nova ofensiva militar, chamada Carros de Gedeão, tem como objetivo controlar 75% do território da faixa de Gaza. Israel planeja bombardear alvos estratégicos, como a infraestrutura do governo de Hamás, e já realizou 2.900 ataques desde o fim de uma trégua em março. O exército também está tentando realocar a população da região em áreas específicas, acreditando que isso possa levar Hamás a um colapso e forçá-lo a negociar. A situação é complexa, com a possibilidade de que novos recrutas, muitos sem experiência, se juntem ao grupo, o que pode prolongar o conflito.
O exército de Israel revisou sua avaliação sobre o grupo militante Hamás, considerando-o uma força funcional com cerca de 40.000 combatentes. Essa mudança ocorre após meses de intensos combates na faixa de Gaza, iniciados em outubro de 2023. A nova ofensiva militar, denominada Carros de Gedeão, tem como objetivo controlar 75% do território da região.
Fontes do exército israelense indicam que Hamás ainda mantém uma estrutura militar significativa, incluindo um arsenal de milhares de foguetes de curto alcance e uma extensa rede de túneis subterrâneos. Esses túneis, que se estendem por mais de 500 quilômetros, são utilizados para movimentação e armazenamento de armamentos. Até março de 2023, Israel acreditava que Hamás não era mais uma força militar operativa, mas a nova liderança do exército, sob Eyal Zamir, trouxe uma nova perspectiva.
Desde o fim da trégua em dezoito de março, Israel realizou 2.900 bombardeios na faixa de Gaza, com o objetivo de atingir a infraestrutura governamental de Hamás. O exército afirma que os ataques seguem normas do direito internacional, evitando bombardeios em áreas residenciais densamente povoadas. A nova estratégia militar busca desmantelar as capacidades restantes da milícia.
A operação Carros de Gedeão também visa realocar a população da faixa de Gaza em três áreas específicas: a cidade de Gaza, campos de refugiados no centro e a zona de Al Mawasi. Essa movimentação pode levar a um colapso da governança de Hamás, forçando o grupo a negociar uma trégua em termos favoráveis a Israel. A inteligência dos Estados Unidos já havia estimado que Hamás poderia ter recrutado entre 10.000 e 15.000 novos combatentes durante o conflito, o que compensaria as perdas sofridas.
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