Donald Trump criticou Vladimir Putin, chamando-o de “louco” após bombardeios na Ucrânia, mas o Kremlin minimizou essas críticas, afirmando que os ataques são respostas a provocações ucranianas. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse que, apesar das diferenças, há vontade de aplicar acordos de paz. As críticas de Trump surgiram após um ataque com drones em Kiev, onde ele afirmou que Putin estava “matando pessoas sem necessidade”. Após essas declarações, a Rússia aumentou os ataques na Ucrânia, alegando que são respostas a ações ucranianas. O Ministério da Defesa russo acusou a Ucrânia de intensificar bombardeios e prejudicar as negociações de paz. Peskov também criticou a Europa por fornecer armas à Ucrânia, considerando isso uma participação na guerra. O chanceler alemão, Friedrich Merz, mencionou que aliados estão pensando em vender armas de longo alcance para a Ucrânia, o que era um tabu desde o início do conflito. As tensões entre o Ocidente e a Rússia continuam a crescer.
A Rússia minimizou as críticas do presidente dos EUA, Donald Trump, que chamou Vladimir Putin de “louco” após bombardeios massivos na Ucrânia. O Kremlin reafirmou que os ataques são respostas a provocações ucranianas e não afetarão a troca de prisioneiros negociada recentemente.
O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, declarou que as partes russa e americana podem não concordar em tudo, mas há vontade política para aplicar os acordos de paz. As críticas de Trump surgiram após um ataque com drones contra Kiev, ao qual o ex-presidente americano respondeu afirmando que Putin estava “matando pessoas sem necessidade”.
Após as declarações de Trump, a Rússia intensificou os ataques na Ucrânia. O Ministério da Defesa russo afirmou que as ofensivas são respostas a ações ucranianas, acusando Kiev de intensificar bombardeios e prejudicar as negociações de paz. Desde 20 de maio, a Rússia alega que a Ucrânia lançou mais de 1.465 drones contra seu território, resultando em feridos civis.
Críticas à Europa
Peskov também criticou a participação indireta da Europa no conflito, citando o fornecimento contínuo de armamentos à Ucrânia. Ele destacou que essa ajuda constitui uma participação na guerra contra a Rússia. As declarações coincidem com a pressão crescente sobre o Ocidente para adotar novas sanções econômicas contra Moscou.
O chanceler alemão, Friedrich Merz, indicou que muitos aliados estão dispostos a reconsiderar as limitações à venda de armas de longo alcance para a Ucrânia, um tabu desde o início do conflito. A situação continua a evoluir, com as tensões entre as potências ocidentais e a Rússia se intensificando.
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