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Ucrânia solicita novos sistemas de defesa aos Estados Unidos

Ucrânia busca com urgência sistemas de defesa Patriot após falhas em interceptação de mísseis. Reunião da Otan pode trazer novidades.

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A Ucrânia está tentando urgentemente conseguir sistemas de defesa antiaérea Patriot, pois enfrenta uma forte ofensiva da Rússia com ataques de mísseis balísticos que causaram grandes danos ao país. Recentemente, a Ucrânia não conseguiu interceptar mísseis durante um ataque, o que aumentou a pressão por esses sistemas de defesa. Os mísseis russos têm destruído parte da infraestrutura ucraniana, afetando a capacidade energética do país. O ex-presidente Donald Trump criticou os ataques, mas não ofereceu ajuda militar. O secretário de Estado, Marco Rubio, disse que os EUA estão pedindo a aliados da Otan para fornecer os mísseis Patriot, mas muitos hesitam em fazer isso. A fabricante Raytheon está aumentando a produção, mas os EUA precisam manter seus próprios estoques. Autoridades ucranianas acreditam que o governo Trump pode ser mais flexível em vender os sistemas Patriot do que o governo Biden. Enquanto isso, a Coreia do Norte está ajudando a Rússia com mísseis balísticos. A Alemanha planeja enviar mísseis PAC-2 Patriot, que são menos eficazes, e negociações estão em andamento entre países da Otan para encontrar mais sistemas para a Ucrânia. A questão das defesas antiaéreas será discutida em uma reunião da Otan em junho, onde pode haver um anúncio sobre o envio dos Patriots.

KIEV — A Ucrânia intensifica esforços para adquirir sistemas de defesa antiaérea Patriot, diante de uma crescente ofensiva russa que inclui ataques com mísseis balísticos. O governo ucraniano enfrenta dificuldades após um fim de semana em que não conseguiu interceptar nenhum dos nove mísseis balísticos lançados contra o país.

Os mísseis balísticos, que viajam a velocidades extremas, têm causado danos severos à infraestrutura ucraniana, destruindo metade da capacidade energética do país em 2023 e 2024. Durante o último ataque, dois mísseis atingiram Kiev, onde estão posicionadas unidades Patriot. A Rússia também disparou mais de 900 drones e 65 mísseis de cruzeiro, em um dos maiores ataques desde o início da guerra.

O ex-presidente Donald Trump criticou os ataques russos, mas não anunciou ajuda militar adicional. O secretário de Estado, Marco Rubio, afirmou que os EUA estão incentivando aliados da Otan a fornecer mísseis Patriot, mas muitos países hesitam em abrir mão de seus sistemas. A fabricante Raytheon, responsável pelos mísseis Patriot, está ampliando a produção, mas os EUA precisam manter estoques para sua própria defesa.

Autoridades ucranianas acreditam que o governo Trump pode estar mais disposto a vender os sistemas Patriot do que o governo Biden, que tem sido mais cauteloso em relação ao envio de ajuda militar. Um alto funcionário ucraniano mencionou que a Casa Branca não deve bloquear futuras vendas, mas espera que haja condições comerciais.

Enquanto isso, a Coreia do Norte tem apoiado a Rússia com mísseis balísticos, complicando ainda mais a situação. A Alemanha planeja enviar mísseis PAC-2 Patriot, que são menos eficazes contra mísseis balísticos, e negociações estão em andamento entre países da Otan para encontrar mais sistemas para a Ucrânia. A questão das defesas antiaéreas será discutida em uma reunião da Otan no início de junho, onde um anúncio sobre o envio de Patriots pode ser feito.

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