Celso Amorim, ex-chanceler do Brasil, voltou a Moscou para a 13ª Reunião Internacional de Altos Representantes em Segurança, após participar da comitiva de Lula na celebração dos 80 anos do Dia da Vitória na 2ª Guerra Mundial. Ele foi autorizado a viajar e se reuniu com Sergei Lavrov, ministro das Relações Exteriores da Rússia, e terá encontros com representantes da Coreia do Norte, China e Irã. O evento, que conta com delegações de mais de 100 países, foi aberto com uma mensagem de Vladimir Putin, que falou sobre a importância de discutir uma nova arquitetura de segurança global, sem mencionar a guerra na Ucrânia.
Menos de três semanas após a visita a Moscou com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para as comemorações dos 80 anos do Dia da Vitória na Segunda Guerra Mundial, Celso Amorim retorna à capital russa. O ex-chanceler brasileiro participa da 13ª Reunião Internacional de Altos Representantes Responsáveis por Assuntos de Segurança, que reúne delegações de mais de 100 países, incluindo Coreia do Norte, China e Irã.
A autorização para a viagem foi publicada no Diário Oficial da União na última quinta-feira. Contudo, os compromissos de Amorim não estão na agenda oficial do chefe da Assessoria Especial de Lula. A assessoria do ex-chanceler confirmou que ele se reuniu com Sergei Lavrov, ministro das Relações Exteriores da Rússia, e que terá um encontro com Ali Akbar Ahmadian, secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã.
Encontros e Discussões
Amorim ainda terá outras reuniões bilaterais, cujos detalhes estão em confirmação, e viajará para Istambul para se encontrar com o embaixador Akif Kılıç, sua contraparte na Turquia. O fórum em Moscou foi inaugurado com uma mensagem de boas-vindas do presidente Vladimir Putin, que destacou a importância de discutir uma nova arquitetura de segurança global.
Putin enfatizou que a reunião deve ser “igualitária e indivisível”, embora não tenha mencionado a guerra na Ucrânia, que já dura mais de três anos. O presidente russo acredita que o encontro contribuirá para o fortalecimento da paz e da estabilidade internacional, promovendo o diálogo entre as nações.
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