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Escritores britânicos e irlandeses denunciam ‘genocídio’ em Gaza com manifesto

Quase 380 escritores britânicos e irlandeses, incluindo Zadie Smith e Ian McEwan, assinaram uma carta pedindo que as ações de Israel em Gaza sejam reconhecidas como genocídio. O apelo, publicado na plataforma Medium, clama por um cessar-fogo imediato e ajuda humanitária. Os signatários afirmam que o uso dos termos "genocídio" ou "atos de genocídio" para descrever a situação em Gaza é amplamente aceito por especialistas jurídicos e organizações de direitos humanos. Eles solicitam que a comunidade internacional rompa o silêncio diante do que consideram um horror inaceitável. A carta foi divulgada um dia após uma declaração similar de cerca de 300 escritores de língua francesa, incluindo os laureados com o Nobel Annie Ernaux e Jean-Marie Gustave Le Clézio, que também condenaram o que chamaram de genocídio. Os autores britânicos e irlandeses enfatizam que os palestinos não são meras vítimas de um conflito abstrato. Entre as demandas, os escritores exigem a distribuição imediata de alimentos e assistência médica em Gaza pela Organização das Nações Unidas (ONU). Além disso, alertam que, se não houver ação, sanções poderão ser impostas. Na segunda-feira (26), mais de 800 especialistas jurídicos britânicos, incluindo ex-juízes da Suprema Corte, enviaram uma carta ao primeiro-ministro Keir Starmer, afirmando que "o genocídio está sendo perpetrado em Gaza". O conflito entre Israel e Hamas se intensificou após o ataque do Hamas em 7 de outubro de 2023, que resultou na morte de 1.218 pessoas, a maioria civis. Desde então, a ofensiva militar israelense em Gaza já causou mais de 54 mil mortes, segundo dados do Ministério da Saúde local, que são considerados confiáveis pela ONU. **Linha fina:** Escritores britânicos e irlandeses pedem reconhecimento de genocídio em Gaza e clamam por ajuda humanitária imediata.

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Quase 380 escritores da Grã-Bretanha e da Irlanda, incluindo Zadie Smith e Ian McEwan, assinaram uma carta pedindo que as ações de Israel em Gaza sejam reconhecidas como genocídio. Eles exigem um cessar-fogo imediato e ajuda humanitária, afirmando que especialistas e organizações de direitos humanos apoiam o uso do termo “genocídio” para descrever a situação. A carta foi divulgada um dia após uma declaração semelhante de cerca de 300 escritores de língua francesa, que também condenaram as ações em Gaza. Os signatários pedem que a ONU forneça alimentos e assistência médica imediatamente e alertam que sanções podem ser impostas se não houver ação. O conflito se intensificou após o ataque do Hamas a Israel em 7 de outubro de 2023, que resultou na morte de mais de 1.200 pessoas, a maioria civis, e a ofensiva israelense em Gaza já causou mais de 54 mil mortes, segundo dados do Ministério da Saúde local.

Quase 380 escritores britânicos e irlandeses, entre eles Zadie Smith e Ian McEwan, assinaram uma carta pedindo que as ações de Israel em Gaza sejam reconhecidas como genocídio. O apelo, divulgado na plataforma Medium, clama por um cessar-fogo imediato e ajuda humanitária.

Os autores afirmam que o uso dos termos “genocídio” ou “atos de genocídio” para descrever a situação em Gaza é amplamente aceito por especialistas jurídicos e organizações de direitos humanos. Eles pedem que a comunidade internacional rompa o silêncio diante do que consideram um horror inaceitável.

A carta foi publicada um dia após uma declaração similar de cerca de 300 escritores de língua francesa, incluindo os Nobel Annie Ernaux e Jean-Marie Gustave Le Clézio, que também condenaram o que chamaram de genocídio. Os signatários britânicos e irlandeses ressaltam que os palestinos não são meras vítimas de um conflito abstrato.

Demandas por Ação

Os escritores exigem a distribuição imediata de alimentos e assistência médica em Gaza pela ONU. Além disso, alertam que, se não houver ação, sanções poderão ser impostas. Na segunda-feira (26), mais de 800 especialistas jurídicos britânicos, incluindo ex-juízes da Suprema Corte, enviaram uma carta ao primeiro-ministro Keir Starmer, afirmando que “o genocídio está sendo perpetrado em Gaza”.

O conflito entre Israel e Hamas se intensificou após o ataque do Hamas em 7 de outubro de 2023, que resultou na morte de 1.218 pessoas, a maioria civis. Desde então, a ofensiva militar israelense em Gaza já causou mais de 54 mil mortes, segundo dados do Ministério da Saúde local, que são considerados confiáveis pela ONU.

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