Greta Thunberg e 11 ativistas partiram de Catania, na Itália, em um barco chamado Madleen, com o objetivo de romper o bloqueio de Gaza e levar ajuda humanitária. Durante a partida, Thunberg expressou sua preocupação com a situação em Gaza, afirmando que é importante continuar tentando ajudar, mesmo diante dos riscos. O grupo pretende aumentar a conscientização sobre a crise humanitária na região, que enfrenta sérios problemas devido ao bloqueio e à guerra. A situação em Gaza é crítica, com muitos habitantes em risco de fome e dificuldades para receber ajuda. Israel, que impôs o bloqueio, afirma que é uma medida para pressionar o Hamas a libertar reféns. A ofensiva israelense já resultou em um grande número de mortes entre os palestinos. O grupo de ativistas espera chegar a Gaza em sete dias, se não forem impedidos.
Greta Thunberg e mais onze ativistas partiram de Catania, na Itália, em um barco chamado Madleen, com o objetivo de romper o bloqueio de Gaza e levar ajuda humanitária. A ação, organizada pelo grupo Freedom Flotilla Coalition, visa aumentar a consciência internacional sobre a grave crise humanitária na região.
Durante a coletiva de imprensa antes da partida, Thunberg expressou sua determinação, afirmando: “Precisamos continuar tentando, pois o silêncio do mundo é mais perigoso do que esta missão.” A ativista, conhecida por seu trabalho em defesa do clima, se emocionou ao falar sobre a situação em Gaza, que enfrenta uma grave escassez de alimentos e assistência.
A missão ocorre em um contexto de intensos conflitos, após o ataque do Hamas a Israel em 7 de outubro de 2023, que resultou em um bloqueio severo e uma ofensiva militar israelense. Desde então, mais de 52 mil palestinos foram mortos, segundo o Ministério da Saúde de Gaza. A situação é crítica, com a ONU alertando para o risco de fome na região.
Entre os ativistas a bordo estão o ator Liam Cunningham, da série Game of Thrones, e Rima Hassan, membro do Parlamento Europeu. Hassan foi barrada de entrar em Israel devido à sua oposição ao ataque em Gaza. Os ativistas esperam chegar à costa de Gaza em até sete dias, caso não sejam interceptados.
A flotilha é parte de um movimento crescente que critica as ações de Israel, que nega as alegações de genocídio e afirma que suas operações visam apenas os militantes do Hamas. A situação em Gaza continua a ser um tema de debate intenso, com muitos grupos de direitos humanos pedindo o fim do bloqueio e a proteção dos civis.
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