A embarcação Madleen, que leva ativistas como Greta Thunberg e Thiago Ávila, foi cercada por drones israelenses enquanto se dirigia a Gaza para entregar ajuda humanitária. O barco partiu de Catania, na Sicília, com o objetivo de romper o bloqueio imposto por Israel e denunciar a situação da população local. O exército israelense afirmou que está protegendo suas fronteiras. Thiago Ávila compartilhou um vídeo nas redes sociais mostrando o assédio dos drones. A bordo, além de Thunberg, estão outros 11 ativistas de diferentes países, todos desarmados. Eles transportam itens essenciais como alimentos, produtos de higiene e equipamentos médicos. A Coalizão da Frota da Liberdade, que organiza a missão, destaca que a ação é pacífica e busca chamar a atenção para a crise humanitária em Gaza, onde a população enfrenta sérias dificuldades devido ao bloqueio.
A embarcação Madleen, com ativistas como Greta Thunberg e Thiago Ávila, foi assediada por drones israelenses enquanto se dirigia a Gaza para entregar ajuda humanitária. A missão, iniciada no último domingo, visa romper o bloqueio imposto por Israel e denunciar a grave crise humanitária na região.
O barco partiu de Catania, na Sicília, e busca abrir um “corredor marítimo civil” para a população de Gaza. O exército israelense afirmou que sua marinha está “mobilizada” para proteger suas fronteiras. A previsão é que a embarcação chegue à costa palestina no próximo fim de semana, embora tentativas anteriores tenham sido frustradas.
Thiago Ávila, um dos tripulantes, denunciou o assédio em um vídeo nas redes sociais, onde aparece com Thunberg. Os ativistas confirmaram a presença de um drone a 80 quilômetros da costa da Grécia e ativaram seus procedimentos de segurança. A bordo, além de Thunberg, estão outros 11 ativistas de diferentes nacionalidades, todos desarmados.
Objetivo da Missão
A Coalizão da Frota da Liberdade transporta suprimentos essenciais, como leite maternizado, farinha, arroz, fraldas e material médico. A organização destacou que a ação é pacífica e visa chamar a atenção para a situação em Gaza, que enfrenta um bloqueio desde 2007.
Os ativistas afirmam que a inação global contribui para a crise. “A resistência civil direta é importante, e a solidariedade ativa pode mudar a moral do mundo”, afirmou a coalizão. O nome do barco homenageia Madleen Kullab, a única pescadora conhecida de Gaza, simbolizando a resistência do povo palestino.
Recentemente, o Tribunal Internacional de Justiça reconheceu a fome em Gaza e alertou sobre o risco de genocídio. A situação se agrava com o controle rigoroso da ajuda humanitária por Israel, que implementou um sistema polêmico de entrega de alimentos, resultando em mortes.
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