Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

China utiliza ChatGPT para operações de influência em redes sociais e espionagem

Propagandistas chineses utilizam o ChatGPT para desinformação e coleta de dados, revelam investigações da OpenAI.

A OpenAI divulgou, nesta quarta-feira, 4, que propagandistas chineses estão utilizando o ChatGPT para criar postagens em redes sociais e gerar documentos internos. Essas operações clandestinas têm como foco a desinformação e a coleta de informações. Ben Nimmo, investigador principal da equipe de inteligência da OpenAI, afirmou que as táticas utilizadas incluem operações de influência, […]

A OpenAI divulgou, nesta quarta-feira, 4, que propagandistas chineses estão utilizando o ChatGPT para criar postagens em redes sociais e gerar documentos internos. Essas operações clandestinas têm como foco a desinformação e a coleta de informações.

Ben Nimmo, investigador principal da equipe de inteligência da OpenAI, afirmou que as táticas utilizadas incluem operações de influência, engenharia social e vigilância. Uma das operações, chamada “Sneer Review”, produziu comentários para plataformas como TikTok, X, Reddit e Facebook, em inglês, chinês e urdu. Os temas abordados incluíam críticas à Usaid durante a administração Trump e a um jogo taiwanês que retratava a luta contra o Partido Comunista Chinês.

Além disso, os propagandistas criaram um relatório interno detalhando as etapas da operação. A OpenAI observou que as atividades nas redes sociais seguiam os procedimentos descritos no documento. Outra operação focou na coleta de informações, com os envolvidos se passando por jornalistas e analistas geopolíticos, utilizando o ChatGPT para criar postagens e traduzir e-mails.

Em fevereiro, a OpenAI já havia alertado sobre uma operação de vigilância que monitorava redes sociais para alimentar relatórios sobre protestos no Ocidente. O relatório recente também mencionou ações similares de países como Rússia, Irã, Filipinas, Camboja e Coreia do Norte, que incluíram campanhas de recrutamento e fraudes de emprego. Nimmo destacou que, apesar da variedade de táticas, muitas dessas operações foram interrompidas em estágios iniciais e não alcançaram grandes públicos.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais