Os países do BRICS, que incluem Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, além de novos membros como Egito, Etiópia, Irã, Indonésia e Emirados Árabes Unidos, se encontrarão em Brasília nos dias 17 e 18 de junho para assinar um Memorando de Entendimento sobre normas ESG, que são práticas relacionadas ao meio ambiente, questões sociais e governança. O evento, promovido pela Associação Brasileira de Normas Técnicas e apoiado pelo Itamaraty, busca unificar as regras sobre emissões de carbono, uso de hidrogênio e prevenção da violência contra mulheres nas organizações. O presidente da ABNT, Mario William Esper, afirmou que a normalização é importante para a soberania técnica e acesso a mercados. A expectativa é que o Brasil se torne uma referência em normas no Sul Global, em um cenário internacional cada vez mais competitivo. A assinatura do memorando é um passo importante para a cooperação entre os países do BRICS, que querem fortalecer suas relações em questões de sustentabilidade e direitos sociais.
Os países do BRICS, que incluem Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, além de novos membros como Egito, Etiópia, Irã, Indonésia e Emirados Árabes Unidos, se reunirão em Brasília nos dias 17 e 18 de junho. O objetivo é formalizar um Memorando de Entendimento (MoU) inédito sobre a padronização de normas ESG (ambientais, sociais e de governança). O evento será promovido pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e conta com o apoio do Itamaraty.
A reunião visa unificar posicionamentos técnicos em áreas estratégicas, como emissões de carbono, uso do hidrogênio e a prevenção à violência contra mulheres nas organizações. Mario William Esper, presidente da ABNT, destacou que a normalização é uma ferramenta de soberania técnica e acesso a mercados. A expectativa é que o Brasil se consolide como referência normativa no Sul Global, em meio à crescente disputa internacional por influência sobre padrões técnicos.
A assinatura do MoU representa um passo significativo na cooperação entre os países do BRICS, que buscam fortalecer suas relações em um contexto global cada vez mais complexo. A padronização de normas ESG é vista como essencial para promover práticas sustentáveis e garantir direitos sociais, refletindo a importância da colaboração internacional em questões críticas.
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