As Forças Armadas de Israel afirmaram ter conseguido total controle do espaço aéreo sobre Teerã, aumentando a tensão com o Irã, que já dura cinco dias. Os bombardeios israelenses causaram 22 mortes em Israel e 224 no Irã, além de feridos em ambos os países. Os ataques israelenses foram os mais intensos até agora, destruindo mais de 120 lançadores de mísseis. Apesar disso, mísseis iranianos atingiram áreas em Israel, incluindo prédios e a rede elétrica. O líder do Irã, Ali Khamenei, disse que suas forças estão prontas para retaliar, enquanto o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, afirmou que os ataques não têm como alvo civis iranianos, mas que o Irã pagará por seus ataques. A justificativa de Israel para os bombardeios é impedir o desenvolvimento de armas nucleares pelo Irã. A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) relatou danos em instalações nucleares, mas não encontrou evidências de ataques diretos em locais subterrâneos. O embaixador do Irã na AIEA pediu uma condenação internacional aos ataques israelenses. O conflito começou com a eliminação de comandantes iranianos e se intensificou com ataques de ambos os lados. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu que os moradores de Teerã evacuassem a cidade, enquanto líderes mundiais pedem a redução das hostilidades. A situação continua crítica, com um aumento no número de mortos e a população civil sofrendo as consequências diretas do conflito.
As Forças Armadas de Israel anunciaram ter alcançado “total superioridade aérea” sobre Teerã, intensificando o conflito com o Irã, que já dura cinco dias. Os bombardeios israelenses resultaram em 22 mortes em Israel e 224 no Irã, com 592 feridos no Estado judeu e 1.277 hospitalizados no país persa.
Os ataques israelenses, considerados os mais intensos desde o início das hostilidades, destruíram mais de 120 lançadores de mísseis, segundo o porta-voz militar israelense, Effie Defrin. Durante a noite, cerca de 50 aeronaves atacaram locais de armazenamento de mísseis prontos para serem lançados contra Israel. Apesar da destruição, mísseis iranianos atingiram áreas centrais e costeiras de Israel, incluindo edifícios residenciais e a rede de energia.
O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, declarou que as Forças Armadas estão prontas para uma resposta firme. O ministro da Defesa israelense, Israel Katz, afirmou que os ataques israelenses não visam civis iranianos, mas que o Irã pagará o preço por atacar Israel. Katz enfatizou que os civis em Teerã devem evacuar áreas que serão alvo de bombardeios.
Danos às Instalações Nucleares
Israel justificou os ataques como uma medida para impedir o desenvolvimento de armas nucleares pelo Irã. A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) relatou danos em instalações nucleares, mas o chefe da agência, Rafael Grossi, afirmou que não houve indícios de ataque físico nas instalações subterrâneas de Natanz. No entanto, um componente importante da usina foi destruído, conforme a AIEA.
O embaixador do Irã na AIEA, Reza Najafi, pediu uma condenação internacional à agressão israelense. Grossi alertou sobre a segurança nuclear comprometida, mencionando que este é o segundo conflito em três anos envolvendo ataques a instalações nucleares entre Estados-membros da AIEA.
Escalada das Hostilidades
O conflito teve início com um ataque israelense que eliminou altos comandantes iranianos. Desde então, ambos os lados intensificaram os ataques, com Israel mirando alvos militares e o Irã disparando mísseis contra cidades israelenses. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu que os moradores de Teerã evacuassem a cidade imediatamente, enquanto líderes mundiais pedem a desescalada das hostilidades.
A situação permanece crítica, com ambos os lados em alerta máximo e a população civil sofrendo as consequências diretas do conflito. O número de mortos continua a aumentar, refletindo a gravidade da escalada entre Israel e Irã.
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