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Irã nega envio de urânio do Brasil em nova onda de desinformação

Desinformação sobre navios iranianos no Brasil gera polêmica; governo reafirma compromisso com acordos de não proliferação nuclear.

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É falso que os navios iranianos que chegaram ao Rio de Janeiro em março de 2023 vieram ao Brasil para buscar urânio. Essa informação errada surgiu em meio a tensões entre Israel e Irã sobre armas nucleares. A Secretaria de Comunicação da Presidência e a Indústrias Nucleares do Brasil desmentiram essa alegação, afirmando que o Brasil não vende urânio para fins bélicos e que a exploração desse minério é controlada pelo governo. A INB, que é a única empresa autorizada a trabalhar com urânio no Brasil, não tem negócios com o Irã e usa o urânio apenas para energia e medicina. Além disso, a INB planeja enviar urânio para a Rússia para ser processado e depois retornar ao Brasil. O episódio dos navios gerou polêmica, especialmente com os Estados Unidos, que pediram ao Brasil para não aceitá-los. Agências de notícias internacionais noticiaram a chegada dos navios, mas não mencionaram qualquer busca por urânio. A desinformação se espalhou nas redes sociais, levando a um post no Facebook a ter mais de 1.600 compartilhamentos. A Secom e a INB continuam a trabalhar para esclarecer a situação e combater notícias falsas.

É falso que navios iranianos que atracaram no Rio de Janeiro em 2023 vieram ao Brasil buscar urânio. A desinformação surgiu em meio ao aumento das tensões entre Israel e Irã, especialmente sobre o desenvolvimento de armas nucleares pelo país persa. A Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom) e a Indústrias Nucleares do Brasil (INB) desmentiram essas alegações.

Recentemente, um vídeo circulou nas redes sociais, onde o senador americano Ted Cruz critica o presidente Lula, chamando-o de “chavista antiamericano”. O vídeo sugere que os navios iranianos teriam vindo ao Brasil para buscar urânio, afirmando que o país se tornou “perigoso” aos olhos do mundo. No entanto, não há evidências que sustentem essa afirmação.

A Secom reiterou que o Brasil é signatário de acordos de não proliferação de armas nucleares e não comercializa urânio para fins bélicos. A exploração do minério é monopólio exclusivo da União, e a INB é a única autorizada a extrair e processar urânio. A empresa pública não possui negócios com o Irã e afirma que sua produção é destinada apenas a fins pacíficos, como energia elétrica e medicina.

Além disso, a INB planeja enviar “yellowcake” para a Rússia, onde será convertido em gás e retornará ao Brasil para enriquecimento. O episódio dos navios iranianos, que atracaram no Rio em março de 2023, gerou controvérsias, especialmente com os Estados Unidos, que solicitaram ao Brasil que não aceitasse as embarcações.

As agências internacionais de notícias, como Reuters e AP, noticiaram a chegada dos navios, mas não mencionaram qualquer busca por urânio. A viralização da desinformação levou a um post no Facebook a acumular mais de 1.600 compartilhamentos. A Secom e a INB continuam a esclarecer a situação, enfatizando a importância de combater notícias falsas.

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