Thiago Ávila, um ativista brasileiro, foi preso em Israel ao tentar levar ajuda humanitária para a Faixa de Gaza em um barco da Coalizão da Flotilha da Liberdade. O barco partiu da Itália em 1º de junho e foi interceptado por Israel no dia 8. Durante sua detenção, Thiago descreveu a experiência como um “inferno na terra”, enfrentando ameaças e condições ruins na prisão. Ele contou que o barco foi vigiado por drones israelenses e temia um ataque, já que outros barcos do grupo haviam sido atacados antes. Após a interceptação, ele e outros ativistas foram forçados a assinar documentos alegando entrada ilegal em Israel, mas se recusaram e foram colocados em celas separadas, onde Thiago passou por confinamento solitário em condições precárias. Ele escreveu uma carta para sua filha de um ano, expressando seu amor e a importância da missão. Depois de dois dias, ele foi deportado e voltou ao Brasil, onde já planeja uma nova missão humanitária, com mais barcos e ativistas, para ajudar Gaza, afirmando que as crianças ainda estão morrendo de fome e que não pode parar.
O ativista brasileiro Thiago Ávila foi detido em Israel após tentar levar ajuda humanitária à Faixa de Gaza em um barco da Coalizão da Flotilha da Liberdade. A embarcação partiu da Itália em 1º de junho e foi interceptada por Israel no dia 8. Thiago descreveu sua experiência na prisão como um “inferno na terra”, enfrentando ameaças e condições insalubres.
Durante a detenção, Thiago relatou que o barco foi monitorado por drones israelenses por cinco dias. Ele temia um ataque aéreo, já que, segundo ele, drones lançaram bombas em uma embarcação anterior do grupo. A interceptação foi marcada por violência, com lanchas israelenses cercando o barco e a tripulação sendo coagida a assinar documentos alegando entrada ilegal em Israel.
Após a recusa em assinar, Thiago e outros ativistas foram levados para celas separadas. Ele passou por um confinamento solitário, onde enfrentou condições precárias, como falta de luz e presença de insetos. Thiago escreveu uma carta para sua filha de um ano, expressando seu amor e a importância da missão humanitária.
Após dois dias de detenção, Thiago foi deportado e chegou ao Brasil na sexta-feira. Ele já planeja uma nova missão humanitária, prevendo o envio de mais barcos e ativistas para ajudar Gaza. “As crianças ainda estão morrendo de fome em Gaza. Então, não dá para parar,” afirmou. O ativista acredita que a próxima missão será maior, com o objetivo de pressionar Israel a permitir a assistência humanitária.
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