Donald Trump anunciou que em duas semanas decidirá se os EUA participarão dos ataques israelenses ao Irã. A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, disse que a decisão vai depender das negociações com Teerã. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, está pressionando os EUA a usar bombas específicas para atingir instalações nucleares no Irã. Essa possível participação dos EUA está gerando divisões entre os apoiadores de Trump, com alguns, como Steve Bannon e Tucker Carlson, se opondo, enquanto senadores como Ted Cruz e Lindsey Graham apoiam a ação. O chanceler iraniano, Abbas Araghchi, afirmou que qualquer negociação só acontecerá se os bombardeios israelenses pararem. Na Faixa de Gaza, a Unicef alertou sobre uma crise de água, dizendo que crianças podem morrer de sede se o bloqueio continuar. Apenas 87 das 217 estações de tratamento de água estão funcionando. A situação é grave, com um aumento de 50% nas internações de crianças por desnutrição. Além disso, ativistas invadiram uma base da Força Aérea britânica em protesto, danificando aeronaves. O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, chamou a ação de vandalismo. A ofensiva israelense em Gaza já causou a morte de mais de 55 mil palestinos, o que representa quase 3% da população local.
Donald Trump anunciou que tomará uma decisão em duas semanas sobre a participação dos EUA nos ataques israelenses ao Irã. Em comunicado, a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, destacou que a decisão dependerá das possibilidades de negociações com Teerã. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, pressiona os EUA a utilizar bombas antibunker GBU-57 para atingir as instalações nucleares iranianas em Fordo.
A eventual participação dos EUA gera divisões na base política de Trump. Enquanto figuras do movimento ultraconservador MAGA, como Steve Bannon e Tucker Carlson, se opõem, senadores como Ted Cruz e Lindsey Graham defendem a adesão à ofensiva israelense. A situação é complexa, pois o chanceler iraniano, Abbas Araghchi, condiciona qualquer negociação ao fim dos bombardeios israelenses.
Crise em Gaza
A Unicef alertou sobre uma iminente crise hídrica na Faixa de Gaza, afirmando que, se o bloqueio israelense continuar, “crianças começarão a morrer de sede”. Apenas 87 das 217 estações de tratamento de água estão operando. James Elder, porta-voz da Unicef, enfatizou que a solução é política, não técnica. A situação é crítica, com um aumento de 50% nas internações de crianças por desnutrição entre abril e maio.
Ativistas pró-palestinos também intensificaram suas ações. Hoje, um grupo invadiu uma base da Força Aérea britânica, danificando aeronaves utilizadas em operações militares. O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, classificou a ação como “vandalismo”. A ofensiva israelense na Faixa de Gaza já resultou na morte de mais de 55 mil palestinos, representando quase 3% da população local.
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